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Pode-se afirmar que os laboratórios são as partes mais importantes dos estabelecimentos de ensino, institutos de pesquisa e indústrias. Pelos tipos de trabalho que neles são desenvolvidos são incontáveis os riscos de acidentes causados por exposição a agentes tóxicos e/ou corrosivos, queimaduras, lesões, incêndios e explosões, radiações ionizantes e agentes biológicos patogênicos. Manual de segurança para proteção Química, Microbiológica e Radiológica. Disponível em http://www2.iq.usp.br/cipa/manual/manualinteiro.pdf>. Acesso em: 1º out. 2016. Para minimizar riscos e acidentes em laboratórios de ensino, os técnicos devem considerar que

  • a)
    o planejamento de procedimentos de estocagem deve ser informado aos usuários.
  • b)
    a manipulação dos materiais é uma etapa menos importante do que a estocagem.
  • c)
    a natureza de cada produto independe das reações que ele promove.
  • d)
    o armazenamento em áreas comuns evita interações químicas entre os reagentes

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Os incêndios em laboratórios químicos são muito comuns e devem ser combatidos com o uso de extintores adequados. Desse modo, considera-se que os extintores de

  • a)
    água podem ser utilizados em qualquer tipo de incêndio que ocorra nos laboratórios.
  • b)
    espuma são ideais para o combate a incêndios onde há corrente elétrica.
  • c)
    gás carbônico são adequados para incêndios oriundos de instalações elétricas.
  • d)
    pó químico possuem pouca eficiência e devem ser evitados nos laboratórios.

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O ácido acético é muito utilizado nas aulas experimentais de química e pode ser encontrado no vinagre. Ao estudante de química de uma universidade, foi solicitado preparar uma solução contendo 0,760 mmol de ácido acético a partir de uma solução estoque 0,0380 mol.L-1 do mesmo ácido. Para tanto, é necessário ao estudante

  • a)
    adicionar 100 mL água à solução estoque de ácido acético com o auxílio de uma pipeta graduada e, por fim, agitar lentamente a solução para que a arte superior do menisco da solução esteja no nível da marca do balão volumétrico.
  • b)
    aquecer a solução para retirada de 0,02 L de água com a finalidade de concentrá-la e diminuir sua quantidade de matéria, considerando, para isso, que o processo de retirada da água auxiliará no aumento da concentração da solução final.
  • c)
    pipetar 30,0 mL da solução estoque de ácido acético para um balão volumétrico, com o auxílio de uma proveta e, por fim, adicionar água até a marca do balão, considerando que a parte superior do menisco da solução deve estar abaixo dessa marca.
  • d)
    transferir 20,0 mL da solução estoque de ácido acético para um balão volumétrico com o auxílio de uma bureta ou de uma pipeta e, por fim, adicionar água até a marca do balão, considerando que a parte inferior do menisco da solução deve estar no nível dessa marca.

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Considere a figura a seguir.

Dos componentes potenciométricos do sistema representado pela figura, o potencial

  • a)
    do eletrodo indicador (Eind), em relação ao Eletrodo Padrão de Hidrogênio (EPH), independe da atividade do analito e, portanto, é o que contém a informação analítica, a concentração do analito.
  • b)
    de junção (Ej) é a contribuição da ponte salina que promove a mistura dos componentes da solução com a solução do eletrodo de referência, em que esse potencial é gerado pela soma da mobilidade dos íons da ponte salina.
  • c)
    do eletrodo de referência (Eref), em relação ao Eletrodo Padrão de Hidrogênio (EPH), é conhecido e é independente da concentração do analito ou de qualquer outro íon presente na solução.
  • d)
    da célula (Ecélula), obtido experimentalmente, é a diferença de potencial medido pelo instrumento e composto, unicamente, pelo potencial do eletrodo indicador e pelo potencial do eletrodo de referência.

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Sólidos iônicos são muito manipulados em laboratórios químicos e possuem como modelo explicativo a regularidade das estruturas cristalinas. São exemplos desses sólidos:

  • a)
    Vaselina, peróxido de hidrogênio e cloreto de sódio.
  • b)
    Glicose, sacarose e fostato de cálcio.
  • c)
    Óxido de magnésio, potássio metálico e sulfato de sódio.
  • d)
    Cloreto de potássio, óxido de cálcio e brometo de sódio.

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A determinação de ânions cloreto na urina de um paciente do Hospital de Clínicas da UFU ocorreu por análise química de precipitação desse cloreto com solução aquosa de nitrato de prata. Para tanto, após coleta adequada, evaporou-se a urina e, no resíduo, adicionou-se água até o volume final de 1L. Uma alíquota de 25 mL foi transferida para um erlenmeyer, em que foram adicionados 50,0 mL de solução aquosa de nitrato de prata 0,120 mol/L. A partir dos procedimentos descritos, e com a finalidade de determinar a quantidade de cloreto na urina, o analista químico recomendou

  • a)
    realizar uma gravimetria no excesso de prata presente no erlenmeyer com solução padrão de cloreto de sódio, concentração conhecida, e realizar os cálculos estequiométricos correspondentes.
  • b)
    calcinar a amostra até a obtenção de um resíduo que deverá ser pesado e cuja massa corresponde aos íons cloreto presentes na amostra.
  • c)
    titular o excesso da prata, presente no erlenmeyer, com solução aquosa padrão de tiocianato de potássio de concentração conhecida e realizar os cálculos estequiométricos correspondentes.
  • d)
    adicionar água à amostra para diluir a solução e, na sequência, adicionar sulfato de sódio de concentração conhecida para promover a precipitação do cloreto de sódio.

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Considere o espectro a seguir.

Os máximos de absorção, representados no espectro, estão relacionados

  • a)
    aos centros cromóforos das substâncias, que são grupos funcionais com absorção característica na região do UV ou do visível.
  • b)
    à presença de grupamentos que emitem luz na região do UV ou do visível, e que são grupos inorgânicos presentes nas moléculas do espectro.
  • c)
    à energia das substâncias do analito, que são grupos funcionais que absorvem luz na região do UV, produzindo voltamogramas de transmitância de luz.
  • d)
    à transição eletrônica dos grupos cromóforos, que são centros de emissão de luz na região do UV ou do visível.

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A segurança nos laboratórios químicos é de fundamental importância e deve ser conhecida por todos os seus usuários. A alternativa que melhor expressa cinco recomendações de segurança em laboratórios químicos é:

  • a)

    (1ª.) Usar sandálias e sapatos mais arejados no laboratório;

    (2ª.) Preferir jalecos de tecido sintéticos;

    (3ª.) Usar lentes de contatos no laboratório para não danificar óculos;

    (4ª.) Guardar os alimentos em locais seguros no interior do laboratório;

    (5ª.) Não se expor a radiações ultravioleta, infravermelho ou luminosidade intensa, sem proteção adequada (óculos com lentes filtrantes).

  • b)

    (1ª.) Usar calçados fechados, de couro ou similar;

    (2ª.) Evitar o uso de jalecos escuros ou com cores acentuadas;

    (3ª.) Lavar, cuidadosamente, as vidrarias antes de utilizá-las como utensílios domésticos;

    (4ª.) Fechar as gavetas e as portas que abrir;

    (5ª.) Saber onde acondicionar os reagentes para evitar possíveis reações químicas.

  • c)

    (1ª.) Usar calçados fechados, de couro ou similar;

    (2ª.) Manter o jaleco sempre fechado;

    (3ª.) Lavar, cuidadosamente, as mãos com bastante água e sabão ao entrar e sair do laboratório;

    (4ª.) Não colocar materiais e reagentes de laboratório em roupas ou gavetas de uso pessoal;

    (5ª.) Não se expor a radiações ultravioleta, infravermelho ou luminosidade intensa, sem proteção adequada (óculos com lentes filtrantes).

  • d)

    (1ª.) Usar sandálias e sapatos mais arejados;

    (2ª.) Utilizar óculos de proteção ao manipular produtos químicos;

    (3ª.) Manipular ácidos e substâncias fumegantes na capela;

    (4ª.) Utilizar gavetas separadas na geladeira do laboratório para acondicionar alimentos;

    (5ª.) Conhecer os itens de segurança do laboratório químico antes de utilizá-los.

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A figura ilustra o processo de análise volumétrica que consiste na determinação da

concentração ou da quantidade de substância pela medida de volume, podendo ser

interpretada como uma

  • a)
    potenciometria, em que o analito é adicionado lentamente, em solução, ao titulante, até se alcançar o ponto estequiométrico.
  • b)
    titulação, em que o titulante é adicionado gradualmente, em solução, ao analito, até se alcançar o ponto estequiométrico.
  • c)
    destilação, cujo processo de cálculo da concentração do analito consiste no uso de um indicador ácido-base como, por exemplo, a fenolftaleína.
  • d)
    volumetria, cujo processo de cálculo da concentração do titulante consiste no uso de indicadores que mudam de cor no ponto de viragem.

83415 UFU-MG (2016) - UFU-MG - Técnico de Laboratório - Química / Química

Um técnico em análises químicas recebeu uma amostra de 0,101g de minério de

ferro e supôs que a porcentagem de massa de ferro na amostra era superior a 20%. Para

comprovar sua suposição, ele optou por dissolver a amostra em meio ácido e realizar uma

titulação com solução aquosa 0,005 mol/L de permanganato de potássio. Foram consumidos

10,5 mL do titulante. A equação não balanceada que representa a reação é dada abaixo.

O ponto estequiométrico pôde ser percebido pela cor persistente do íon permanganato,

indicando a transformação total do Fe (II) em Fe (III). A partir desses dados, é possível

concluir que o técnico em química estava

  • a)

    certo, pois a porcentagem de massa de ferro encontrada na amostra foi de 28,2%.

  • b)

    errado, pois a porcentagem de massa de ferro encontrada na amostra foi menor que 5%.

  • c)

    errado, pois a porcentagem de massa de ferro encontrada na amostra foi de 14,5%.

  • d)

    certo, pois a porcentagem de massa de ferro encontrada na amostra foi de 46,1%.