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109297 UFPR (2015) - COPEL - Sociólogo / Sociologia

O que os operários vendem ao capitalista em troca de dinheiro é a sua força de trabalho. O capitalista compra essa força de trabalho por um dia, uma semana, um mês etc. E depois de a ter comprado, utiliza-a fazendo trabalhar os operários durante o tempo estipulado. Com essa mesma quantia com que o capitalista lhes comprou a força de trabalho, poderia ele ter comprado duas libras de açúcar. (MARX, K. Trabalho assalariado e capital. Lisboa: “Avante!”, 1982. p. 153) No texto, a análise marxista está baseada numa correlação entre:

  • a)
    capitalismo e racionalização produtiva.
  • b)
    dominação e aumento progressivo da exploração.
  • c)
    divisão do trabalho e intensificação da luta de classes.
  • d)
    salário e preço do trabalho mercantilizado.
  • e)
    ideologia e mascaramento da realidade.

109298 UFPR (2015) - COPEL - Sociólogo / Sociologia

Subculturas e contraculturas – grupos que rejeitam em grande medida os valores e as normas predominantes da sociedade – podem promover ideias que mostrem alternativas à cultura dominante. Movimentos sociais ou grupos de pessoas que dividem estilos de vida comuns são forças poderosas dentro da sociedade. Desse modo, subculturas permitem a liberdade de as pessoas se expressarem e agirem segundo suas opiniões, expectativas e crenças. (GIDDENS, A. Sociologia. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. p. 40) Em relação ao funcionamento das democracias contemporâneas, a discussão sobre cultura sugerida por Anthony Giddens ressalta a importância:

  • a)
    das políticas compensatórias.
  • b)
    dos mecanismos plebiscitários.
  • c)
    do direito à diferença.
  • d)
    das gestões participativas.
  • e)
    da educação universal.

109299 UFPR (2015) - COPEL - Sociólogo / Sociologia

Conforme a análise de André Gorz a respeito do capitalismo avançado, as crises ambientais tendem ao agravamento em função:

  • a)
    do esgotamento dos recursos naturais.
  • b)
    do aumento crescente da produção.
  • c)
    da irracionalidade do sistema econômico.
  • d)
    da expansão da obsolescência programada.
  • e)
    do colapso do Estado de Bem-Estar.

109300 UFPR (2015) - COPEL - Sociólogo / Sociologia

Em sua obra, Michel Foucault estabelece relações entre discurso e poder. Dadas essas relações, o autor demonstra que o conhecimento constrói:

  • a)
    subjetividades dóceis.
  • b)
    áreas especializadas.
  • c)
    saberes consensuais.
  • d)
    representações coletivas.
  • e)
    ideologias políticas.

109301 UFPR (2015) - COPEL - Sociólogo / Sociologia

Definem-se comunidades tradicionais como grupos assentados em territórios delimitados ou delimitáveis, que exploram recursos comuns, sempre politicamente subordinados, com identidade cultural forte e diferente daquela nacional. Devido à relação cotidiana direta com o meio que exploram, desenvolveram um complexo conhecimento sobre os recursos e sua conservação. (DIEGUES, A. C. Etnoconservação: novos rumos para a proteção da natureza nos trópicos. São Paulo: Hucitec, 2000. p. 225) Tal como definidas, as comunidades tradicionais devem ser contempladas nas políticas públicas com o objetivo de receber:

  • a)
    contrapartidas mitigadoras por danos sofridos.
  • b)
    papel ativo na preservação do meio ambiente.
  • c)
    medidas de integração à cultura oficial.
  • d)
    mecanismos tutelares para garantir o isolamento.
  • e)
    participação econômica na exploração de recursos.

118055 UFPR (2015) - COPEL - Sociólogo / Sociologia

Ao ponderar sobre as noções de “saúde” e “doença”, Durkheim estabelece uma metáfora orgânica que tem a finalidade de:

  • a)
    fundamentar os critérios para o estabelecimento da norma.
  • b)
    equiparar a sociologia às ciências da natureza.
  • c)
    diferenciar o objeto da sociologia daquele do serviço social.
  • d)
    demonstrar que a sociedade corresponde à somatória dos indivíduos.
  • e)
    questionar os fundamentos utópicos das doutrinas socialistas.

118056 UFPR (2015) - COPEL - Sociólogo / Sociologia

Falar de uma cultura do consumo é considerar os valores dominantes de uma sociedade como valores que não só são organizados pelas práticas de consumo, mas também, de certo modo, derivados delas. Por conseguinte, poderíamos descrever a sociedade contemporânea como materialista, como uma sociedade transformada em mercadoria ou como uma sociedade de escolhas e da soberania do consumidor. (SLATER, Don. Cultura do consumo e modernidade. São Paulo: Nobel, 2002. p. 32) De acordo com o autor, a cultura do consumo é um fenômeno tratado por perspectivas teóricas opostas que enfatizam, respectivamente,

  • a)
    identidade e ideologia.
  • b)
    coletivismo e individualismo.
  • c)
    moralismo e relativismo.
  • d)
    modernidade e pós-modernidade.
  • e)
    crítica e exaltação.

123055 UFPR (2015) - COPEL - Sociólogo / Português

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A respeito do conteúdo e do gênero do texto apresentado, considere as seguintes afirmativas: 1.O texto apresenta uma análise econômica abrangente para a questão do aumento nas tarifas de energia elétrica e propõe soluções para a crise. 2.O texto relaciona os custos da produção de energia aos aumentos de tarifas para os consumidores. 3.A crise hídrica reflete no aumento das tarifas de energia por conta do uso de usinas termelétricas. Assinale a alternativa correta.

  • a)
    Somente a afirmativa 1 é verdadeira.
  • b)
    Somente a afirmativa 3 é verdadeira.
  • c)
    Somente as afirmativas 1 e 2 são verdadeiras.
  • d)
    Somente as afirmativas 2 e 3 são verdadeiras.
  • e)
    As afirmativas 1, 2 e 3 são verdadeiras.

123056 UFPR (2015) - COPEL - Sociólogo / Sociologia

A sociedade tradicional está por definição virada para o próprio passado, e o seu presente é esse passado. E porque as coisas se passam assim, não existe a “história” propriamente dita; a continuidade entre o ontem e o hoje obscurece a consciência das diferenças entre o que “foi” e o que “é”. A existência de uma ciência histórica pressupõe, pois, um mundo em mutação, e de modo muito particular um mundo no qual homens considerem o passado como um fardo de que urge libertarem-se. (GIDDENS, A. Capitalismo e moderna teoria social. 7. ed. Lisboa: Presença, 2000. p. 17) Considerando o argumento apresentado pelo autor, o objeto de reflexão da sociologia pressupõe um padrão de conduta caracterizado pelo/pela:

  • a)
    razão instrumental.
  • b)
    crítica da ideologia.
  • c)
    reflexividade dos indivíduos.
  • d)
    conflito de classes.
  • e)
    solidariedade orgânica.

123057 UFPR (2015) - COPEL - Sociólogo / Sociologia

Como explicar o sucesso da noção de alienação? Uma das razões talvez se encontre no fato de que ela resgata o mito judaicocristão da queda do homem, dando-lhe um conteúdo laicizado, adaptado às sociedades modernas. Graças ao conceito de alienação, a queda pode ser observada, por assim dizer, na esquina, na vida cotidiana. (BOUDON, R. & BOURRICAUD, F. Dicionário crítico de sociologia. São Paulo: Ática, 1993. p. 23) Para os autores, a presença da noção de alienação em diferentes tradições teóricas indica a:

  • a)
    vulgarização acadêmica de um conceito questionável.
  • b)
    adaptação sofisticada de um termo do senso comum.
  • c)
    simplificação metodológica de um problema filosófico.
  • d)
    apropriação contemporânea de um valor tradicional.
  • e)
    tradução científica de uma temática religiosa.