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72738 Prefeitura de Fortaleza - CE (2016) - Prefeitura de Fortaleza - CE - Professor - História / Português

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Com base nas regras de flexão nominal e flexão verbal e com base no aspecto semântico (o sentido das palavras e da interpretação dos enunciados de acordo com o contexto), observe o seguinte excerto “Eu nunca me esqueci da história daquela outra menina” (l. 19) e aponte a alternativa em que todas as palavras desse excerto foram corretamente flexionadas apenas em número, de acordo com o contexto.

  • a)
    Nós nunca nos esqueceremos de histórias daquelas outras meninas.
  • b)
    Nós nunca nos esquecemos das histórias daquelas outras meninas.
  • c)
    Nós nunca nos esquecíamos da história daquelas outras meninas.
  • d)
    Nós nunca nos esquecemos das histórias daquela outra menina.

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Quanto à regência do verbo deslizar no trecho “acompanhando a leitura com uma régua que ia deslizando” (l. 09 e 10), indique a alternativa cujo conteúdo está incorreto.

  • a)
    Sendo esse verbo transitivo direto, o seu sujeito está subentendido, ou seja, a primeira pessoa “eu”.
  • b)
    O termo que pratica a ação de deslizar, se o verbo for intransitivo, é o pronome relativo “que”.
  • c)
    Esse verbo apresenta somente a transitividade direta, portanto o sujeito é elíptico – “eu”.
  • d)
    O verbo deslizar, nesse contexto, não exige um complemento verbal preposicionado.

72740 Prefeitura de Fortaleza - CE (2016) - Prefeitura de Fortaleza - CE - Professor - História / História

Sobre o ofício do historiador, é incorreto afirmar que:

  • a)
    o historiador tem uma relação próxima com a produção do conhecimento e essa tarefa é bem sofisticada, pois, para produzir conhecimento, é preciso dominar alguns conceitos que são próprios dessa atividade.
  • b)
    o historiador escreve a partir daquilo que ele pesquisa, e esta é a primeira tarefa para a produção do conhecimento em história; num certo sentido, é preciso provar aquilo que se afirma, ou seja, com os documentos que ele consegue em suas pesquisas.
  • c)
    no seu ofício, o historiador deve dar uma maior importância a seus instintos e princípios, ou seja, como não existe imparcialidade na história, a produção historiográfica sempre é construída de acordo com a influência direta de crenças, ambiente e educação que lhe foi dada pelos pais e pela escola.
  • d)
    para o historiador efetivar a produção do conhecimento, é preciso uma série de reflexões que nos auxilia a ir muito além da mera observação de um fenômeno, é preciso superar essa etapa, conhecer a profundidade daquilo que se deseja estudar.

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É no século 20 que a historiografia realmente acontece como uma expressão da cultura, pois, nesse longo século, ela passou por diferentes fases, marcando, de forma decisiva, a influência das teorias que os historiadores europeus desenvolveram para a escrita da história. Sobre essas correntes, é correto dizer que:

  • a)
    a Escola Metódica nasce na Alemanha com o historiador Leopoldo Von Ranke, e logo os historiadores franceses trazem para a França, tendo, dessa forma, uma influência significativa na produção historiográfica. Essa escola era marcada mais por um método de leitura documental do que por uma teoria propriamente dita. Assim como se caracterizou por ser uma escola radical, ao defender a luta de classes como forma de revolução.
  • b)
    o marxismo, como é conhecido e desenvolvido pelos seguidores de Marx, é essencialmente uma teoria social, serve como um modelo de explicação sobre o funcionamento das sociedades, por isso a sua visão de totalidade, pois pretendia ser uma teoria que compreendesse e explicasse as sociedades na sua íntegra. O marxismo foi elaborado para ser uma teoria social que oferece instrumentos para os atores sociais desenvolverem a sua própria crítica social, igualando-se, em uma única característica, ao positivismo onde ambos pregavam a importância de se manter a ordem social para se conseguir o progresso.
  • c)
    a Escola dos Annales não se utiliza de uma teoria única, mas de várias teorias e metodologias que vão decisivamente revolucionar a produção do conhecimento histórico. A história tornou-se interdisciplinar, ou seja, teve aproximações com as demais disciplinas das ciências sociais, permitindo um ganho explicativo extraordinário. Os objetos de pesquisa passaram a ser extremamente variados, começando a pensar a história sobre diferentes perspectivas e permitindo conhecê-la a partir do cotidiano, das mentalidades, da vida privada, das mulheres, dos jovens, dos velhos e dos atores sociais considerados excluídos. O tempo passou a ser pensado em diferentes fases, como a curta duração, a média duração e a longa duração.
  • d)
    no Positivismo, a construção do conhecimento só seria possível por meio da observação dos fenômenos em seu contexto físico, palpável, ao alcance dos nossos sentidos e submetidos à experiência. Esse seria o papel da ciência, a compreensão dos fenômenos passíveis de observação sensorial direta, com o intuito de entender, por meio da experiência, as relações entre esses fenômenos, de forma a abstrair as leis que regem as interações para que, assim, seja possível predizer como os acontecimentos envolvidos em determinado fenômeno se darão. A ciência e o método científico são a síntese das ideias positivistas que negam, com muita veemência, a leitura e a identificação dos documentos oficiais.

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Sobre o ensino do cotidiano na História, podemos tecer as seguintes considerações: I - A introdução da História do Cotidiano como objeto de estudo escolar requer que se explorem as possibilidades inerentes ao cotidiano, sem se limitar a constatar o “real” ou as motivações possíveis para alunos pouco sensibilizados com a história escolar mais tradicional. O cotidiano deve ser utilizado como objeto de estudo escolar pelas possibilidades que oferece de visualizar as transformações possíveis realizadas por homens comuns, ultrapassando a ideia de que a vida cotidiana é permeada de alienação.

II - O tema “cotidiano” tem grande importância na área de História, pois o cotidiano estabelece articulações com as grandes estruturas políticas e econômicas do poder. Seu estudo possibilita que as tensões do dia possam emergir, dando voz a atores sociais tradicionalmente excluídos e marginalizados, o que permite uma maior compreensão das estruturas sociais e suas transformações.

III - O cotidiano só tem valor histórico e científico no interior de uma análise de sistemas históricos que contribuem para explicar seu funcionamento, não se tratando de uma simples descrição de determinada sociedade numa época qualquer, tampouco de privilegiar histórias individuais.

Entre as afirmações acima, são verdadeiras:

  • a)
    I e II.
  • b)
    II e III.
  • c)
    apenas II.
  • d)
    I, II e III.

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A ocupação do território cearense no período colonial esteve, assim como o crescimento econômico de Fortaleza, em uma relação direta com o binômio gado - algodão. Essa produção da cotonicultura determinou mudanças nas relações econômicas e sociais. Sobre esse processo, é correto dizer que:

  • a)
    Fortaleza tornou-se o maior centro coletor da produção algodoeira interiorana, esse fato contribuiu para consolidá-Ia como principal núcleo urbano do Ceará na segunda metade do século XIX. Com o seu desenvolvimento, as relações sociais desenvolvidas também obedeceram a um modelo em que, de um lado, estavam os grandes proprietários de terras, coronéis do sertão, e, do outro lado, camponeses sem terra ou com pequenos roçados. Com as grandes secas que assolavam nosso estado, boa parte dessa população trabalhadora rural passou a migrar para Fortaleza, submetendo suas famílias à proletarização nas periferias urbanas.
  • b)
    a grande capital política e econômica do Ceará, no período áureo da cotonicultura, era a cidade de Icó. Na região, existiam grandes fazendas de algodão com o uso da mão de obra escrava, o que justifica a predominância da raça negra no centro-sul do Ceará. Nesse período, os governadores do estado (presidentes da província) pertenciam todos à região.
  • c)
    a Guerra de Secessão nos Estados Unidos fez a indústria têxtil prosperar no Ceará. Com a exportação de algodão para abastecer as indústrias inglesas no século XIX, nasce o polo industrial de Fortaleza, que se instalou na região oeste da capital, onde hoje é a Avenida Franscisco Sá.
  • d)
    o desenvolvimento da região portuária de Fortaleza, com o crescimento do porto do Mucuripe e o aumento do volume de navios cargueiros no litoral cearense, fez com que se desenvolvesse uma grande zona hoteleira na capital, além do aumento grande de ruas asfaltadas e de veículos automotores, em especial caminhões usados para auxiliar o transporte da carga do centro-sul do estado para a capital.

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A palavra “deslizando” (l. 10), significando “deslocar(-se) em movimento contínuo (sobre ou ao longo de)” (HOUAISS, 2009), tem de ser grafada com Z. Assinale o período em que se observa um erro ortográfico relativo à alternância das consoantes S e Z entre vogais.

  • a)
    Era uma proeza eu ler tantas histórias por dia!
  • b)
    Dona Maria Augusta punia seus alunos por menor que fosse seu deslise.
  • c)
    Meus professores nunca me puseram de castigo, tampouco brigaram comigo.
  • d)
    Eu gostava de escrever umas observações nos livros com um lapisinho vermelho.

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Sobre as teorias da História e a função do historiador, podemos afirmar, EXCETO:

  • a)
    a teoria é essencialmente um instrumento que o historiador dispõe para interrogar o seu objeto de pesquisa. A teoria, entendida como instrumento, permite que o historiador estabeleça relações de seu objeto com a sociedade a ser analisada, saindo do estágio inicial de mera descrição do objeto, sendo assim é possível que ele conheça o que está por trás das meras aparências.
  • b)
    a partir do uso da teoria, é possível dizer que estamos construindo conhecimento científico, pois a teoria e a metodologia é o que caracteriza as diversas formas de manifestações da história. Isto quer dizer, de imediato, que o conhecimento produzido a partir da teoria que se confirma apenas nos documentos se diferencia daquele construído sem o uso da mesma. A maioria dos autores modernos afirma que a produção do conhecimento sem o uso dos documentos oficiais e sem qualquer baliza teórica não é sequer uma produção historiográfica.
  • c)
    a utilização da teoria científica permite que o historiador explique, ainda que de uma forma provisória, um determinado domínio da sociedade, ou seja, um determinado objeto de pesquisa. A teoria pode ser entendida como uma mediação entre o pesquisador e a realidade a ser estudada; neste sentido, é importante observar que esse papel vai permitir que se regule, de uma determinada forma, a subjetividade do historiador, pois oferece um conjunto de conceitos e categorias que balizam seu trabalho, permitindo que ele pense, de forma consistente, a realidade na qual vai trabalhar.
  • d)
    a teoria é um instrumento de que o historiador dispõe para a realização de seu ofício, e a produção de conhecimento é consequência. Isso significa que ele é um sujeito responsável pela formação histórica de uma determinada sociedade, pois o conhecimento circula e atua também na construção de nosso sentimento de identidade.

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No dia 10 de março de 2016, o promotor Cassio Conserino virou piada na internet ao citar o filósofo Georg Wilhelm Friedrich Hegel no pedido de prisão preventiva do ex-presidente Lula. Ao lado de José Carlos Blat e Fernando Henrique de Moraes Araújo, do Ministério Público de São Paulo, no item 129 da denúncia, lê-se: “As atuais condutas do denunciado LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA, que outrora chegou a emocionar o país ao tomar posse como Presidente da República em janeiro de 2003 (‘o primeiro torneiro mecânico’ a fazê-lo de forma honrosa e democrática), certamente deixariam Marx e Hegel envergonhados”. Uma grande confusão por parte de Conserino, pois percebe-se que queria se referir, de forma irônica, à dupla Karl Marx e Friedrich Engels, autores de “O Manifesto Comunista”, e acabou citando Hegel, que, de fato, é reconhecidamente um dos maiores pensadores da corrente dialética e do historicismo, mas não da esquerda.

Sobre o pensamento marxista de Marx e Engels, examine as asserções seguintes: I- O capitalismo é um sistema no qual a burguesia concentra o capital e os meios de produção (instalação, máquina e matéria-prima) e explora o trabalho do proletariado, mantendo-o numa situação de pobreza e alienação. Por estar baseado nessa característica contraditória, a de explorar seu próprio alicerce - a classe trabalhadora -, o sistema prepara o caminho para sua própria destruição.

II- O conceito de luta de classes explica a oposição entre explorados (trabalhadores) e exploradores (proprietários dos bens de produção). De acordo com o socialismo científico, a luta de classes desencadearia uma revolução proletária que teria como resultado o fim do capitalismo e a implantação do comunismo. Nesse novo sistema, essa luta de classes não existiria mais, pois não haveria mais exploradores e explorados.

III- Mais-valia é um conceito que explica a exploração do trabalhador pelo empresário. É a diferença entre a riqueza gerada pelos operários e o valor pago, em forma de salário, pelos empresários a esses trabalhadores. É assim que o capitalista acumula capital. De acordo com Marx e Engels, a mais-valia deve permanecer no comunismo.

IV- O Marxismo propõe um determinado modelo teórico, fundando o que podemos chamar de “história científica”, ou seja, pertence às correntes teóricas que caracterizam a história como uma ciência. Em síntese, o marxismo rompe com a filosofia da história idealista, rejeitando os pressupostos filosóficos que embasariam a construção do conhecimento.

V- O materialismo histórico é passível de observação, análise e quantificação. Dessa forma, podemos observar que o materialismo histórico trabalha com aquilo que é possível mensurar nas sociedades, por exemplo, as estruturas econômico-sociais, escapando das formulações mais filosóficas. Estão corretos os itens:

  • a)
    I e IV.
  • b)
    II, III e IV.
  • c)
    I, II, IV e V.
  • d)
    III, IV e V.

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Sobre a relação entre causa e efeito na História, é incorreto afirmar que:

  • a)
    a teoria da causalidade, que expressa o pensamento linear, foi apresentada como estudo preliminar, para a compreensão dos antecedentes históricos do modelo de pensamento não linear. Essa teoria foi construída ao longo da humanidade e visa explicar, de maneira racional, a ocorrência dos fenômenos no mundo.
  • b)
    seus precursores estão na Grécia antiga, a teoria da causalidade nasce da necessidade dos teóricos da antiguidade em buscar respostas para explicarem principalmente os fenômenos da natureza, interpretando e explicando sua essência, em que, desde o período de Sócrates, passando pelos historiadores da medievalidade, até o momento histórico dos renascentistas, prevalece como único direcionamento o pensamento naturalista.
  • c)
    a teoria da causalidade explica, na sua forma mais direta e simplista, que a ocorrência de um determinado evento é causa de um determinado efeito; há o estabelecimento de uma relação linear de obrigatoriedade causal dos fenômenos, ligando o antes e o depois, o anterior e o posterior, o primeiro e o subsequente.
  • d)
    a teoria da causalidade é fundamentalmente determinista e seu pensamento linear é reducionista, pois entende que o todo deve ser decomposto em partes independentes para ser compreendido.