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210703 IBFC (2013) - EBSERH - Médico - Gastroenterologia / Medicina

A diverticulite é constituída por bolsas e cistos pequenos

e salientes da parede interna do intestino (diverticulose)

que ficam inflamados ou infectados. Esses cistos

costumam ser encontrados no intestino grosso (cólon).

Na diverticulite aguda não complicada (primeiro episódio),

a melhor conduta terapêutica a ser tomada é:

  • a)

    Jejum e cirurgia eletiva.

  • b)

    Jejum (associado ou não a sonda nasogástric(A) ou dieta líquida sem resíduos e antibioticoterapia de amplo espectro.

  • c)

    Analgesia com tramadol.

  • d)

    Dieta pastosa, internação hospitalar e tramadol.

210704 IBFC (2013) - EBSERH - Médico - Gastroenterologia / Medicina

Atualmente a primeira opção para o tratamento da

amebíase intestinal em adultos é:

  • a)

    Secnidazol

  • b)

    Metronidazol

  • c)

    Tinidazol

  • d)

    Teclozam

210722 IBFC (2013) - EBSERH - Médico - Gastroenterologia / Medicina

Helicobacter pylori é uma espécie de bactéria que infecta

a mucosa do estômago humano. Muitas úlceras pépticas,

alguns tipos de gastrite e de cancro do estômago são

causados pela infecção por esse agente, apesar de a

maioria dos humanos infectados nunca chegar a

manifestar qualquer tipo de sintomatologia e/ou

complicação relacionada com a bactéria. No terceiro

consenso de estudo para Helicobacter pylori,

considera-se, como correto :

  • a)

    Segunda linha de tratamento: omeprazol 20mg, amoxicilina 1g, claritromicina 500mg, todos, duas vezes ao dia.

  • b)

    Primeira linha de tratamento: lanzoprazol 30mg, amoxicilina 1g, claritromicina 500mg, todos, duas vezes ao dia.

  • c)

    Terceira linha de tratamento: lanzoprazol 30mg, levofloxacino 500mg, furazolidona 400mg, todos, duas vezes ao dia.

  • d)

    Quarta linha de tratamento: esomeprazol 40mg, furazolidona 400mg, claritromicina 500mg, todos, duas vezes ao dia.

210723 IBFC (2013) - EBSERH - Médico - Gastroenterologia / Medicina

A endoscopia digestiva experimentou grande

desenvolvimento nos últimos anos, seja em termos

técnicos (aparelhagem e acessórios) como em

possibilidades de aplicações diagnósticas e terapêuticas,

como por exemplo a eco-endoscopia, a colocação de

próteses coledocianas, de esôfago e outras mais. Este

desenvolvimento levou, então, à realização de

procedimentos mais complexos, em pacientes com mais

comorbidades e com idade mais avançada; ocorre,

também, tendência a maior duração dos procedimentos.

Sobre sedação em endoscopia digestiva alta podemos

considerar incorreto que:

  • a)

    Os opióides se ligam a receptores específicos no sistema nervoso central, aumentam o limiar de dor e alteram a percepção da dor, sendo um exemplo o fentanil.

  • b)

    Benzodiazepínicos induzem relaxamento do paciente, facilitando o procedimento. Podem causar depressão respiratória significativa, principalmente se utilizados em conjunto com opióides.

  • c)

    Droperidol é um neuroléptico com efeito antiemético, ansiolítico, sedativo forte e bloqueador alfa-adrenérgico. Está associado ao desenvolvimento de arritmias cardíacas.

  • d)

    Propofol causa depressão respiratória e diminuição do tônus das vias aéreas, com diminuição da resistência à ventilação. Pode causar apneia. Não tem efeito amnésico.

214601 IBFC (2013) - EBSERH - Médico - Gastroenterologia / Medicina

A úlcera péptica é uma lesão localizada no estômago e/ou duodeno com destruição da mucosa da parede destes órgãos, atingindo os vasos sanguíneos subjacentes. Além da dor, caracteriza-se pelas hemorragias continuas para dentro do trato gastrointestinal. Com relação à hemorragia digestiva alta por doença ulcerosa, o paciente que tem maior Escore de Rockall é:

  • a)
    Paciente com mais de 80 anos de idade, hipotenso, em insuficiência renal e doença maligna disseminada.
  • b)
    Paciente de 70 anos de idade, taquicárdico e em insuficiência cardíaca congestiva.
  • c)
    Paciente com mais de 80 anos de idade, taquicárdico e em insuficiência coronariana.
  • d)
    Paciente de 70 anos de idade, taquicárdico e com coágulo plano na endoscopia digestiva alta.

218611 IBFC (2013) - EBSERH - Médico - Gastroenterologia / Não classificada

A manifestação extraintestinal que deve ser tratada com imunossupressores independente da atividade da doença inflamatória intestinal é:

  • a)
    Eritema nodoso.
  • b)
    Sacroileíte.
  • c)
    Osteopenia.
  • d)
    Manifestações articulares

218612 IBFC (2013) - EBSERH - Médico - Gastroenterologia / Não classificada

A principal doença causada pelo H. pylori é a inflamação da mucosa gástrica - gastrite. No entanto, a gastrite, tratando-se de um estado inflamatório persistente, associase ao desenvolvimento de outras patologias como úlcera duodenal, úlcera gástrica, carcinoma gástrico e linfoma MALT gástrico. Com relação ao fluxograma de tratamento de linfoma MALT e Helicobacter pylori, podemos considerar correto:

  • a)
    Estadio IE: Helicobacter positivo: tratamento com antibioticoterapia. Após tratamento: H. pylori negativo e linfoma MALT positivo com indicação de tratamento: realizar radioterapia.
  • b)
    Estadio IE: Helicobacter positivo: tratamento com antibioticoterapia. Após tratamento: H. pylori positivo e linfoma MALT positivo com indicação de tratamento: antibioticoterapia de segunda linha.
  • c)
    Estadio IE: Helicobacter positivo: tratamento com antibioticoterapia. Após tratamento: H. pylori positivo e linfoma MALT positivo sem indicação de tratamento: vigilância.
  • d)
    Estadio IE: Helicobacter positivo: tratamento com antibioticoterapia. Após tratamento: H. pylori negativo e linfoma MALT positivo: encerrar o caso.

218641 IBFC (2013) - EBSERH - Médico - Gastroenterologia / Não classificada

A doença de Wilson ou degeneração hepatolenticular é uma doença hereditária autossômica recessiva cuja principal característica é o acúmulo tóxico de cobre nos tecidos, principalmente cérebro e fígado, o que leva o portador a manifestar sintomas neuropsiquiátricos e de doença hepática. Considerando-se a Doença de Wilson como uma hepatopatia crônica, podemos afirmar que:

  • a)
    O diagnóstico é feito com ceruloplasmina baixa, Anel de Kayser-Fleischer é visto quando não há manifestações neurológicas, cobre urinário baixo.
  • b)
    O diagnóstico é feito com ceruloplasmina normal, Anel de Kayser-Fleischer é visto quando há manifestações neurológicas, cobre urinário baixo.
  • c)
    O diagnóstico é feito com ceruloplasmina baixa, Anel de Kayser-Fleischer é visto quando há manifestações neurológicas, cobre urinário alto.
  • d)
    O diágnóstico é feito com ceruloplasmina alta, Anel de Kayser-Fleischer é visto quando há manifestações neurólogicas, cobre urinário baixo.

218642 IBFC (2013) - EBSERH - Médico - Gastroenterologia / Não classificada

O diagnóstico laboratorial da estrongiloidíase deve levar em conta que os pacientes infectados por esse nematódeo, em vez de ovos, eliminam larvas em suas fezes. É necessário, ainda, considerar que o ritmo de eliminação fecal das larvas não é regular, variando a cada dia a quantidade de larvas de S. stercoralis presentes nas fezes de um mesmo paciente. Quanto ao tratamento de estrongiloidíase deve-se considerar incorreto que:

  • a)
    Na infecção habitual utiliza-se Cambendazol na dose de 5 mg/kg, dose única.
  • b)
    Na infecção habitual utiliza-se Tiabendazol na dose de 25 mg/kg, duas vezes ao dia, durante dois dias, sem ultrapassar 3 g cada dia.
  • c)
    Na hiperinfecção utiliza-se Cambendazol na dose de 5 mg/kg, semanalmente, por 4 semanas.
  • d)
    O tiabendazol deve ser utilizado na dose de 5 mg/kg, duas vezes ao dia por sete dias, ou 500 mg/dia por 30 dias.

228256 IBFC (2013) - EBSERH - Médico - Gastroenterologia / Medicina

As causas de sangramento digestivo alto variam de acordo com a natureza do hospital, com a região geográfica e a população de pacientes atendida. De uma forma geral, as causas na ordem decrescente de frequência, respectivamente, são:

  • a)
    Síndrome de Mallory-Weiss; varizes esofágicas; doença ulcerosa péptica; fístula aorto-entérica.
  • b)
    Doença ulcerosa péptica; erosões gastroduodenais; varizes esofágicas; síndrome de Mallory-Weiss.
  • c)
    Doença ulcerosa péptica; síndrome de Mallory-Weiss; fístula aorto-entérica.
  • d)
    Varizes esofágicas; Síndrome de Mallory-Weiss; hemobilia.