26 resultados encontrados para . (0.007 segundos)

210650 IBFC (2013) - EBSERH - Enfermeiro - Hemodiálise / Não classificada

O Enfermeiro necessita conhecer as fases do processo de trabalho da enfermagem, sob o contexto de um referencial teórico, para promover uma assistência de qualidade ao paciente. A sistematização de enfermagem consiste em:

  • a)
    Histórico de enfermagem e exame físico, diagnóstico de enfermagem, prescrição de enfermagem e evolução de enfermagem.
  • b)
    Diagnóstico de Enfermagem, Exame físico e histórico de enfermagem, prescrição de enfermagem e evolução de enfermagem.
  • c)
    Histórico de enfermagem e exame físico, evolução de enfermagem, diagnóstico de enfermagem e prescrição de enfermagem.
  • d)
    Histórico de enfermagem e exame físico, prescrição de enfermagem, diagnóstico de enfermagem e evolução de enfermagem.

210651 IBFC (2013) - EBSERH - Enfermeiro - Hemodiálise / Não classificada

Para os profissionais de enfermagem que atuam na nefrologia é muito importante o conhecimento científico para reconhecer as causas e sintomas de doenças, para auxiliar no diagnóstico precoce. A Doença Renal Crônica é uma síndrome decorrente da perda:

  • a)
    rápida, progressiva e irreversível das funções renais com retenção de substâncias nitrogenadas.
  • b)
    lenta, progressiva e reversível das funções renais.
  • c)
    lenta, progressiva e irreversível das funções renais com retenção de substâncias hidrogenadas.
  • d)
    lenta, progressiva e irreversível das funções renais com retenção de substâncias nitrogenadas.

210652 IBFC (2013) - EBSERH - Enfermeiro - Hemodiálise / Não classificada

O processo de hemodiálise é muito desgastante para o paciente, pois durante uma sessão de hemodiálise pode haver intercorrências. As mais comuns são:

  • a)
    Hemólise, embolia gasosa, hipotensão e síndrome do primeiro uso.
  • b)
    Síndrome do primeiro uso, câimbras, cefaléia e Hipertensão.
  • c)
    Síndrome do desequilíbrio, Hipotensão, Arritmias e câimbras.
  • d)
    Hipotensão, câimbras, Vômitos e Cefaléia.

210653 IBFC (2013) - EBSERH - Enfermeiro - Hemodiálise / Não classificada

Os pacientes em hemodiálise têm contato com 120 a 200 litros de solução de diálise durante cada sessão. A solução de diálise é preparada com água purificada e concentrados. Portanto, a pureza química e microbiológica da solução de diálise é importante para evitar lesão ao paciente. Assinale a alternativa que contenha os passos corretos no tratamento da água utilizada na hemodiálise:

  • a)
    Filtro de areia, abrandador, filtro de carvão e osmose reversa.
  • b)
    Abrandador, Filtro de areia, Osmose reversa e filtro de carvão.
  • c)
    Osmose reversa, filtro de carvão, abrandador e filtro de areia.
  • d)
    Filtro de carvão, Osmose reversa, Abrandador, filtro de areia.

210654 IBFC (2013) - EBSERH - Enfermeiro - Hemodiálise / Não classificada

O Kt/V é uma medida da quantidade, ou dose, de diálise recebida pelo paciente. O mais recente consenso estabelecido pelo KDOQI propõe um Kt/V mínimo por diálise realizada três vezes por semana é de:

  • a)
    1,2
  • b)
    1,0
  • c)
    2,2
  • d)
    0,6

218797 IBFC (2013) - EBSERH - Enfermeiro - Hemodiálise / Raciocínio Lógico

Marcia recebeu seu salário e gastouno mercado e um

quinto do restante com vestuário, e ainda lhe sobrou do

salário R$ 1400,00. O salário que Marcia recebeu é igual a:

  • a)
    Um valor menor que R$ 2.500,00
  • b)
    R$ 2.800,00
  • c)
    Um valor entre R$ 2.500,00 e R$ 2.750,00
  • d)
    Um valor maior que R$ 2.800,00

218798 IBFC (2013) - EBSERH - Enfermeiro - Hemodiálise / Não classificada

A Doença Renal Crônica tem elevada morbidade e mortalidade, sua incidência e prevalência vêm aumentando progressivamente nos últimos anos sendo considerada a nova epidemia do século XXI, suas principais causas são:

  • a)
    Diabetes e Hipertensão.
  • b)
    Lúpus e Glomerulonefrites.
  • c)
    Alcoolismo e tabagismo.
  • d)
    Rins policísticos e doenças obstrutivas do trato urinário.

218799 IBFC (2013) - EBSERH - Enfermeiro - Hemodiálise / Não classificada

“Reuso” em diálise significa a utilização do dialisador e linhas arteriais e venosas, por mais de uma vez para o mesmo paciente, após os reprocessamentos adequados.

É permitido pela RDC 154 de 2004 serem reprocessados, no máximo:

  • a)
    12 (doze) vezes, quando utilizado o reprocessamento manual, ou 20 (vinte) vezes, quando utilizado reprocessamento automático em máquinas registradas na ANVISA.
  • b)
    20 (vinte) vezes, quando utilizado o reprocessamento manual, ou 12 (doze) vezes, quando utilizado reprocessamento automático em máquinas registradas na ANVISA.
  • c)
    10 (dez) vezes, quando utilizado o reprocessamento manual, ou 12 (doze) vezes, quando utilizado reprocessamento automático em máquinas registradas na ANVISA.
  • d)
    12 (doze) vezes, quando utilizado o reprocessamento manual, ou 10 (dez) vezes, quando utilizado reprocessamento automático em máquinas registradas na ANVISA.

218800 IBFC (2013) - EBSERH - Enfermeiro - Hemodiálise / Não classificada

Os Enfermeiros que trabalham em centros de diálise acumulam funções administrativas e assistenciais. Em um programa de diálise que possui hemodiálise e diálise peritoneal são necessários, além do responsável técnico, no mínimo, um enfermeiro para cada:

  • a)
    35 pacientes em hemodiálise por turno, e 1 enfermeiro para cada 50 pacientes em diálise peritoneal.
  • b)
    20 pacientes em hemodiálise por turno, e 1 enfermeiro para cada 25 pacientes em diálise peritoneal.
  • c)
    30 pacientes em hemodiálise por turno, e 1 enfermeiro para cada 35 pacientes em diálise peritoneal.
  • d)
    40 pacientes em hemodiálise por turno, e 1 enfermeiro para cada 20 pacientes em diálise peritoneal.

218801 IBFC (2013) - EBSERH - Enfermeiro - Hemodiálise / Não classificada

Para o paciente que realiza hemodiálise, o melhor acesso para a realização do método em relação às infecções e a melhor eficiência da diálise é:

  • a)
    Cateter Venoso Central Definitivo, pois seu fluxo é constante e a taxa de infecção é menor que das fístulas.
  • b)
    Cateter Venoso Central Temporário, pois seu fluxo é constante e a troca periódica evita infecções.
  • c)
    Fístula Arterial Venosa, pois seu fluxo é constante e a taxa de infecção é menor que dos cateteres.
  • d)
    Cateter Venoso Central Temporário ou fístula, pois os dois têm fluxo constante e taxas de infecções semelhantes.