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10572 FUNIVERSA (2010) - CEB - Psicólogo / Psicologia

Para os profissionais que atuam no mundo do trabalho, a formação metodológica é um requisito fundamental de competência profissional. O planejamento da intervenção e o manejo de instrumentos e procedimentos para atuação em psicologia organizacional constituem componentes essenciais de qualificação profissional. Com base nessa temática, assinale a alternativa correta.
  • a)
    A entrevista como instrumento de diagnóstico organizacional é uma técnica de baixa confiabilidade; portanto, é recomendável sua não utilização.
  • b)
    O questionário com questões fechadas é um instrumento fortemente recomendado para aplicação em grupos restritos de trabalhadores, por exemplo, quando o "N" não ultrapassa seis pessoas.
  • c)
    A atuação do profissional em gestão de pessoas nas organizações deve ser pautada mais pelo bom senso e pelo improviso do que por procedimentos criteriosos e de natureza científica, pois cada caso é um caso.
  • d)
    A escolha dos instrumentos adequados para pesquisa em psicologia organizacional não precisa estar subordinada à natureza do problema a ser investigado.
  • e)
    As informações coletadas em entrevista devem ser protegidas por sigilo profissional e divulgadas somente com expresso consentimento dos entrevistados.

10627 FUNIVERSA (2010) - CEB - Psicólogo / Psicologia

Suponhamos que você tenha convidado uma conhecida para jantar e queira planejar o cardápio. Você sabe que ela é descendente de italianos, portanto, provavelmente, deve gostar de comida italiana. Mas será que você tem como prever, com certeza, se ela gosta de massa com molho vermelho? Uma atitude favorável em relação a um tipo de comida não quer dizer, necessariamente, que a pessoa comerá qualquer tipo de prato.

Com base no enfoque da Psicologia Social, o texto aborda a relação entre atitude e comportamento. De acordo com o texto, assinale a alternativa correta.
  • a)
    A atitude de um sujeito em relação a determinado objeto indica apenas uma predisposição para agir.
  • b)
    A atitude de um sujeito em relação a determinado objeto prevê com precisão seu comportamento.
  • c)
    A atitude de um sujeito em relação a comidas italianas só pode ser mensurada por meio de um jantar informal.
  • d)
    A atitude favorável de uma pessoa em relação a um tipo de comida nos diz, com certeza, o tipo de prato que ela comerá.
  • e)
    O comportamento de um sujeito não tem nenhuma relação com sua atitude.

15755 FUNIVERSA (2010) - CEB - Psicólogo / Psicologia

O psicólogo, em uma organização, pode deparar com diversos problemas de transtornos psicológicos ao fazer acompanhamento psicossocial. Esses transtornos podem ser provocados pela relação do trabalhador com seu trabalho. São transtornos relacionados à depressão, fobias, compulsões e outros. Manifestam-se em sintomas sociopsíquicos que interferem na realização das tarefas e nas relações com as equipes de trabalho. É papel do psicólogo prestar assistência aos casos, mas - sobretudo - desenvolver diagnósticos para intervenções preventivas. Para isso, precisa ter conhecimento técnico e clínico desses transtornos.
Em relação ao acompanhamento dos empregados que fazem uso abusivo de álcool, a primeira iniciativa para uma intervenção é realizar
  • a)
    entrevistas com a equipe na qual o empregado está inserido.
  • b)
    entrevistas individuais de psicodiagnóstico.
  • c)
    entrevista com os familiares, para identificar os fatores potencializadores do transtorno.
  • d)
    observação do empregado no posto de trabalho.
  • e)
    avaliação psicológica, para verificar o comprometimento dos recursos cognitivos.

15756 FUNIVERSA (2010) - CEB - Psicólogo / Psicologia

Texto V, para responder às questões de 52 a 54.
O trabalho na sociedade capitalista contemporânea tem assumido diversos sentidos para os trabalhadores, ora oferecendo condições emancipadoras, ora escravizantes.
Nesse contexto, muitas vezes, o psíquico é envolvido no jogo e na trama da dominação social, associada às leis da racionalidade econômica, refletidas nos princípios da produtividade, da flexibilidade e do consumo, levando os trabalhadores a não ter saídas, prevalecendo a sujeição no lugar da resistência e da emancipação.
A sobrevivência, a segurança, o poder, como dimensões da condição humana, influenciam fortemente essa sujeição. Dessa condição também faz parte a busca pelo prazer e pelo reconhecimento, uma vez que esses fatores se articulam com a estruturação psíquica e social dos sujeitos. Tais fatores também são importantes para a conquista da emancipação, experiência que tem sido bloqueada em função das atuais condições de precariedade oferecidas pelo mundo do trabalho flexibilizado.
Utilizando a psicodinâmica do trabalho como abordagem teórica para explicar o prazer e o reconhecimento, torna-se central considerar a organização do trabalho. É a organização do trabalho que coloca em evidência e em risco essas dimensões da condição humana, patrocinando o jogo entre a servidão e a emancipação do sujeito.
A organização do trabalho produz um jogo de forças contraditórias que operam sobre o trabalhador, levando-o às mais diversas soluções de compromissos.
Essas contradições são vivenciadas quando entram em confronto o desejo do sujeito, expresso nas necessidades, aspirações e interesses e a realidade de trabalho, geralmente, marcada pelo produtivismo, desempenho e excelência. Um exemplo de contradições muito presente nas relações de trabalho hoje é o "fazer mais versus fazer bem". As exigências das organizações, muitas vezes, sem as condições necessárias à execução das tarefas, levam os trabalhadores a negligenciar a qualidade em nome da quantidade. Outros exemplos são "trabalhar em equipe versus trabalhar sozinho"; "atender a normas em que não se acredita versus perder o emprego"; "cooperar versus sobrecarregar-se"; "denunciar práticas das quais se discorda versus silenciar".
Essas contradições, na maioria das vezes, favorecem a rivalidade entre os colegas, a competição e o individualismo, tendo em vista as estratégias de gestão utilizadas, como os sistemas individualizados de avaliação de desempenho. Especificamente, podem ser consideradas modos perversos de organização do trabalho, expressos em situações provocadoras de contradições, tais como a gestão pelo controle, medo, pressão, desconfiança, insegurança e pela sedução e promessa do "paraíso perdido", usando a busca pelo prazer e pelo reconhecimento como armas para essa sedução; normas sem limites ou muito padronizadas; poder autocrático ou permissivo; comunicação sem visibilidade, paradoxal, restrita; discurso de transparência, ética e responsabilidade social, foco na produção, ideologia da excelência; metas inatingíveis, desqualificando o sentido psíquico e social do trabalho.
Quando a organização do trabalho é saudável, oferecendo oportunidades para negociação, ou seja, se existe uma margem de liberdade para o trabalhador ajustar a realidade de trabalho aos seus desejos e necessidades e as relações socioprofissionais são abertas, democráticas e justas, é possível o processo de reconhecimento, prazer e transformação do sofrimento.
Entretanto, quando impera a impossibilidade de negociação, tornam-se mais problemáticas a superação do sofrimento e a resistência dos trabalhadores. A evolução, frequência e características desse sofrimento mal enfrentado, com o passar do tempo, podem traduzir-se em comportamentos patológicos, como a violência no trabalho e as práticas de assédio moral. Nesse sentido, é necessário que o sofrimento provocado nos trabalhadores em decorrência das contradições da organização do trabalho seja desvelado, com o objetivo de identificar-se o mal que o gerou, à medida que foi disfarçado até o momento em que se transformou em sofrimento.



De acordo com o texto V, é correto concluir que
  • a)
    a psicodinâmica do trabalho estuda fundamentalmente as relações de poder organizacional.
  • b)
    a psicodinâmica estuda o prazer e o sofrimento no trabalho.
  • c)
    a organização do trabalho será sempre provocadora de sofrimento.
  • d)
    o prazer e o reconhecimento são opostos do sofrimento no trabalho.
  • e)
    a falta de reconhecimento é fundamental para a servidão.

15757 FUNIVERSA (2010) - CEB - Psicólogo / Psicologia

Em relação ao sofrimento, de acordo com o texto V, é correto afirmar que
  • a)
    o sofrimento no trabalho é enfrentado por defesas individuais e coletivas.
  • b)
    a negociação é um modo patogênico de resistência ao sofrimento.
  • c)
    o sofrimento é patológico.
  • d)
    a elaboração do sofrimento pela fala não transforma a organização do trabalho.
  • e)
    a competição e o individualismo são fontes de sofrimento no trabalho e dificilmente enfrentadas.

15786 FUNIVERSA (2010) - CEB - Psicólogo / Psicologia

Texto V, para responder às questões de 52 a 54.
O trabalho na sociedade capitalista contemporânea tem assumido diversos sentidos para os trabalhadores, ora oferecendo condições emancipadoras, ora escravizantes.
Nesse contexto, muitas vezes, o psíquico é envolvido no jogo e na trama da dominação social, associada às leis da racionalidade econômica, refletidas nos princípios da produtividade, da flexibilidade e do consumo, levando os
trabalhadores a não ter saídas, prevalecendo a sujeição no lugar da resistência e da emancipação.
A sobrevivência, a segurança, o poder, como dimensões da condição humana, influenciam fortemente essa sujeição. Dessa condição também faz parte a busca pelo prazer e pelo reconhecimento, uma vez que esses fatores se articulam com a estruturação psíquica e social dos sujeitos. Tais fatores também são importantes para a conquista da emancipação, experiência que tem sido bloqueada em função das atuais condições de precariedade oferecidas pelo mundo do trabalho flexibilizado.
Utilizando a psicodinâmica do trabalho como abordagem teórica para explicar o prazer e o reconhecimento, torna-se central considerar a organização do trabalho. É a organização do trabalho que coloca em evidência e em risco essas dimensões da condição humana, patrocinando o jogo entre a servidão e a emancipação do sujeito.
A organização do trabalho produz um jogo de forças contraditórias que operam sobre o trabalhador, levando-o às mais diversas soluções de compromissos.
Essas contradições são vivenciadas quando entram em confronto o desejo do sujeito, expresso nas necessidades, aspirações e interesses e a realidade de trabalho, geralmente, marcada pelo produtivismo, desempenho e excelência. Um exemplo de contradições muito presente nas relações de trabalho hoje é o "fazer mais versus fazer bem". As exigências das organizações, muitas vezes, sem as condições necessárias à execução das tarefas, levam os trabalhadores a negligenciar a qualidade em nome da quantidade. Outros exemplos são "trabalhar em equipe versus trabalhar sozinho"; "atender a normas em que não se acredita versus perder o emprego"; "cooperar versus sobrecarregar-se"; "denunciar práticas das quais se discorda versus silenciar".
Essas contradições, na maioria das vezes, favorecem a rivalidade entre os colegas, a competição e o individualismo, tendo em vista as estratégias de gestão utilizadas, como os sistemas individualizados de avaliação de desempenho. Especificamente, podem ser consideradas modos perversos de organização do trabalho, expressos em situações provocadoras de contradições, tais como a gestão pelo controle, medo, pressão, desconfiança, insegurança e pela sedução e promessa do "paraíso perdido", usando a busca pelo prazer e pelo reconhecimento como armas para essa sedução; normas sem limites ou muito padronizadas; poder autocrático ou permissivo; comunicação sem visibilidade, paradoxal, restrita; discurso de transparência, ética e responsabilidade social, foco na produção, ideologia da excelência; metas inatingíveis, desqualificando o sentido psíquico e social do trabalho.
Quando a organização do trabalho é saudável, oferecendo oportunidades para negociação, ou seja, se existe uma margem de liberdade para o trabalhador ajustar a realidade de trabalho aos seus desejos e necessidades e as relações socioprofissionais são abertas, democráticas e justas, é possível o processo de reconhecimento, prazer e transformação do sofrimento.
Entretanto, quando impera a impossibilidade de negociação, tornam-se mais problemáticas a superação do sofrimento e a resistência dos trabalhadores. A evolução, frequência e características desse sofrimento mal enfrentado, com o passar do tempo, podem traduzir-se em comportamentos patológicos, como a violência no trabalho e as práticas de assédio moral. Nesse sentido, é necessário que o sofrimento provocado nos trabalhadores em decorrência das contradições da organização do trabalho seja desvelado, com o objetivo de identificar-se o mal que o gerou, à medida que foi disfarçado até o momento em que se transformou em sofrimento.



O texto V permite identificar que
  • a)
    a única maneira de resgatar a emancipação é por meio da intervenção nas equipes de trabalho de alto desempenho.
  • b)
    a servidão é uma categoria relacionada ao poder organizacional.
  • c)
    a emancipação é essencialmente um processo subjetivo e relacionado aos grupos de trabalho.
  • d)
    não é possível realizar intervenção organizacional nas dimensões da subjetividade, uma vez que ela cria heterogeneidade das percepções dos membros.
  • e)
    poder, grupo e equipe são variáveis organizacionais mais facilmente estudadas quando não se considera a subjetividade dos trabalhadores.

15789 FUNIVERSA (2010) - CEB - Psicólogo / Psicologia

A cultura organizacional pode ser estudada por meio de diversas abordagens; entre elas, destacam-se as teorias interpretacionistas, estruturalistas e funcionalistas. Com bases nos pressupostos de cada uma delas, assinale a alternativa correta.
  • a)
    A abordagem funcionalista considera a cultura organizacional como construções sociais, simbólicas e políticas.
  • b)
    A abordagem interpretacionista pressupõe o estudo das relações de causa e efeito entre os diversos fatores que compõem a cultura de uma organização.
  • c)
    A abordagem estruturalista parte do princípio de que a cultura é uma construção mental dos indivíduos.
  • d)
    Todas as abordagens consideram a cultura um elemento fundamental da identidade organizacional.
  • e)
    Para essas abordagens, a cultura imprime padrões de comportamento que podem ser prejudiciais à subjetividade dos trabalhadores.

15792 FUNIVERSA (2010) - CEB - Psicólogo / Psicologia

Durante as décadas de 60 e 70 do século XX, ocorreram alterações significativas na compreensão de variáveis individuais capazes de influenciar resultados da organização. Atualmente, estudos de comportamento organizacional dão grande ênfase à questão do comprometimento no trabalho.
Com base nessas informações, assinale a alternativa que apresenta o conceito cognitivo utilizado para representar o pensamento do empregado acerca de sua relação de permuta econômica com a empresa, uma vez que tal conceito compreende crenças relativas a perdas ou custos associados ao rompimento da relação de troca com a organização.
  • a)
    Conceito de equidade
  • b)
    Conceito de comprometimento normativo
  • c)
    Conceito de remuneração
  • d)
    Conceito de comprometimento calculativo
  • e)
    Conceito de altruísmo

15794 FUNIVERSA (2010) - CEB - Psicólogo / Psicologia

Considere a figura a seguir para responder à questão que segue.

Todos esses elementos fazem parte de uma análise de cargos. No tocante às diferenças entre cargo, função e tarefa, assinale a alternativa correta.
  • a)
    Cargo é um conjunto de funções definidas em determinada estrutura organizacional. Função é um conjunto de atribuições ou tarefas exercidas pelo ocupante do cargo. Tarefas são atividades executadas por um ocupante de cargo.
  • b)
    Cargo é um conjunto de funções que seu ocupante escolhe ocupar no momento da contratação. Função é um conjunto de atribuições ou tarefas exercidas pelo ocupante do cargo. Tarefas dizem respeito ao trabalho executado em casa pelo profissional.
  • c)
    Cargo é a descrição das atividades mensais de um profissional. Função é a descrição das atividades extras de um ocupante de cargo. Tarefas são atividades executadas por um ocupante de cargo.
  • d)
    Cargo é a descrição da quantidade de carga que um profissional deve carregar durante seu trabalho. Função são os destinos específicos de cada carga. Tarefas são atividades executadas para a logística de cargas.
  • e)
    Cargo é um conjunto de funções definidas e seus ocupantes são definidos apenas por eleição. Função é um conjunto de atribuições ou tarefas exercidas pelo ocupante do cargo. Tarefas são atividades executadas por um ocupante de cargo.

15797 FUNIVERSA (2010) - CEB - Psicólogo / Psicologia


Com base na figura acima, assinale a alternativa correta.
  • a)
    A figura apresenta a filosofia de uma empresa com relação ao seu planejamento.
  • b)
    Trata-se dos componentes da esfera cognitiva do indivíduo.
  • c)
    São apresentadas as três dimensões do conceito de competências.
  • d)
    A figura demonstra a direção que os CHAs podem adquirir dentro do planejamento estratégico de uma empresa.
  • e)
    São descritas as principais dimensões do processo de aprendizagem humana no trabalho.