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213946 FUNCAB (2013) - SEDUC-RO - Professor - Educação Religiosa / Ensino Religioso

Todos os anos, entre o final de março e abril, pequeninas flores de cerejeiras sorriem para o povo japonês: é hora de louvar sua chegada com a nova estação. Durante esse período, japoneses deixam de lado suas atividades diárias e se aglomeram em parques, onde fazem piqueniques debaixo do céu de flores e permanecem em um ócio contemplativo, conhecido como Hanami – apreciação das flores.

Essas flores possuem uma beleza singela e efêmera, além de carregarem diversas simbologias que variam conforme a cultura, a religião e as tradições familiares. Por tradições religiosas, compreendemos:

  • a)
    os padrões de comportamento existentes no inconsciente.
  • b)
    a auto-organização das manifestações populares.
  • c)
    o conceito que exprime a totalidade do ser humano enquanto um ser vivo, parte da criação da natureza.
  • d)
    o conjunto de todos os sistemas, naturais ou técnicos, projetados pelo ser humano.
  • e)
    a sistematização do fenômeno religioso a partir das suas raízes orientais, ocidentais e africanas.

213947 FUNCAB (2013) - SEDUC-RO - Professor - Educação Religiosa / Ensino Religioso

Em 1986, representantes das maiores religiões do mundo se uniram para rezar pela paz. Peregrinações em conjunto de membros de diferentes tradições de fé podem ser de grande utilidade. Em 1993, Sua Santidade o Dalai Lama foi a Lourdes e depois a Jerusalém. Visitou também diversos santuários hinduístas, islâmicos, jain e sique. Pela primeira vez, pessoas de várias tradições religiosas, enquanto educadores, marcaram um passo histórico na educação brasileira. Conseguiram juntos encontrar o que há de comum numa proposta educacional e denominaram o registro como:

  • a)
    Parâmetros Curriculares Nacionais.
  • b)
    Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
  • c)
    Parâmetros Curriculares Nacionais – Ensino Religioso.
  • d)
    Fórum Nacional Permanente do Ensino Religioso.
  • e)
    Estatutos do Homem.

213960 FUNCAB (2013) - SEDUC-RO - Professor - Educação Religiosa / Ensino Religioso

É um triste fato da História a religião ter sido uma grande fonte de conflitos. Até hoje, há gente sendo morta, comunidades sendo destruídas e sociedades inteiras desestabilizadas em consequência do ódio e do fanatismo religioso. Não é à toa que muitos questionam a posição da religião na sociedade humana. Frente à crise e aos paradigmas que apontam possibilidades e geram incertezas, também o Ensino Religioso busca a sua redefinição como disciplina regular do conjunto curricular. A Constituição Federal em vigor, promulgada em 1988, garante por meio do artigo 210, parágrafo primeiro, do Capítulo III da Ordem Social, o Ensino Religioso nos seguintes termos:

  • a)
    “O Ensino Religioso, de matrícula obrigatória, constituirá disciplina dos horários normais das escolas públicas de Ensino Fundamental.”
  • b)
    “O Ensino Religioso, de matrícula obrigatória, constituirá disciplina dos horários normais das escolas públicas de Ensino Médio.”
  • c)
    “O Ensino Religioso, de matrícula facultativa, constituirá disciplina dos horários normais das escolas públicas de Ensino Fundamental.”
  • d)
    “O Ensino Religioso, de matrícula obrigatória, constituirá disciplina dos horários normais das escolas públicas e particulares de Ensino Fundamental.”
  • e)
    “O Ensino Religioso, de matrícula facultativa, constituirá disciplina dos horários normais das escolas públicas e particulares de Ensino Fundamental.”

227806 FUNCAB (2013) - SEDUC-RO - Professor - Educação Religiosa / Ensino Religioso

A certeza de ser “a única religião e a única verdade” que cada religião manifesta e a inegável multiplicidade de crenças fazem compreender que, para um único indivíduo, isoladamente, só pode haver, de fato, uma verdade e uma religião. Entretanto, do ponto de vista da sociedade em geral, precisamos acertar o conceito de “muitas verdades e muitas religiões”. O conjunto de afirmações e conhecimentos elaborados pela religião e repassados aos fiéis sobre o Transcendente denomina-se:

  • a)
    conteúdos.
  • b)
    tradições religiosas.
  • c)
    teologias.
  • d)
    upanishad.
  • e)
    panenteísmo.

227825 FUNCAB (2013) - SEDUC-RO - Professor - Educação Religiosa / Ensino Religioso

Baseando-se no pressuposto de que o Ensino Religioso é um conhecimento humano e, enquanto tal, deve estar disponível à socialização, os conteúdos do Ensino Religioso não servem ao proselitismo, mas proporcionam o conhecimento dos elementos básicos que compõem o fenômeno religioso. Com esses pressupostos, o tratamento didático dos conteúdos realiza-se a nível de:

  • a)
    análise e conhecimento.
  • b)
    ação e reação.
  • c)
    julgamento e ação.
  • d)
    revisão e reação.
  • e)
    ação e reflexão.

227830 FUNCAB (2013) - SEDUC-RO - Professor - Educação Religiosa / Ensino Religioso

Para viver democraticamente em uma sociedade plural, é preciso respeitar as diferentes culturas e os grupos que as constituem. No aprender a ser e a conviver vivenciando a própria cultura e respeitando diversas formas de expressão cultural, construímos conhecimento. O conceito de conhecimento no Ensino Religioso, de acordo como as teorias contemporâneas, aproxima-se da ideia de que conhecer é:

  • a)
    ter informações.
  • b)
    construir significados.
  • c)
    dominar tecnologias.
  • d)
    ter regras e normas.
  • e)
    vivenciar experiências.

238439 FUNCAB (2013) - SEDUC-RO - Professor - Educação Religiosa / Ensino Religioso

Tudo o que existe e vive precisa ser cuidado para continuar a existir e a viver. O cuidado é mais fundamental do que a razão e a vontade. É no cuidado que vamos encontrar o Ethos necessário para a sociedade humana e, principalmente, para identificar a essência fontal do ser humano, homem e mulher. Quando falamos de Ethos, queremos expressar:

  • a)
    os padrões de comportamento existentes no inconsciente coletivo da humanidade.
  • b)
    a organização espontânea da matéria.
  • c)
    o comportamento imprevisível de certos sistemas.
  • d)
    a forma interior da moral humana em que se realiza o próprio sentido do ser.
  • e)
    o conjunto de ideias presente em cada pessoa.

238483 FUNCAB (2013) - SEDUC-RO - Professor - Educação Religiosa / Ensino Religioso

Se é na escola que a consciência humana das limitações se aprofunda, também é nela que a humanidade poderá aprender as razões de superações dos seus limites. É na dinâmica da educação que o anseio de aprender a totalidade da vida e do mundo é explicitado em formas de conhecimentos culturais. O Ensino Religioso contribui para a vida dos educandos na perspectiva unificadora que a expressão religiosa tem, de modo próprio e diverso, diante dos desafios e conflitos. É razão de ser do Ensino Religioso:

  • a)
    Ressurreição/Reencarnação.
  • b)
    Conhecimento/Diálogo.
  • c)
    Nada/Ancestral.
  • d)
    Culturas/Religiões.
  • e)
    Filosofia/Teologia.

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Talvez um dos fatores que mais obstruem a harmonia inter-religiosa seja a incapacidade de perceber o valor das tradições de fé dos outros. No mundo de hoje, cada vez mais complexo e interdependente, somos obrigados a admitir a existência de outras culturas, grupos étnicos e outros tipos de fé.

Gostemos ou não, a maioria de nós convive com essa diversidade. O Ensino Religioso desencadeia-se no profundo respeito mútuo que se pratica não só pela tolerância, mas pelo cultivo da:

  • a)
    reverência.
  • b)
    inclusão.
  • c)
    informação.
  • d)
    alienação.
  • e)
    exclusão.

277189 FUNCAB (2013) - SEDUC-RO - Professor - Educação Religiosa / Ensino Religioso

Sua Santidade o Dalai Lama acredita que a melhor maneira de chegar à compreensão mútua é por meio do diálogo com os membros de outras tradições de fé.

São muito úteis os contatos entre pessoas comuns que pratiquem religiões diferentes para trocarem experiências e informações.

Quando ocorrem trocas como essas, os seguidores de uma religião descobrem que os preceitos de outras crenças oferecem a mesma inspiração espiritual e orientação ética aos seus seguidores.

Nesse contexto, a presença do Ensino Religioso apresenta a escola como espaço:

  • a)
    socializador.
  • b)
    evangelizador.
  • c)
    catequizador.
  • d)
    conversor.
  • e)
    alienador.