40 resultados encontrados para . (0.007 segundos)

53184 FGV (2017) - MPE-BA - Analista Técnico - Engenheiro Sanitarista / Engenharia Sanitária

A critério do órgão ambiental competente, mediante decisão fundamentada em parecer técnico, poderá ser admitido procedimento simplificado de licenciamento ambiental para Projetos de Assentamentos de Reforma Agrária.

Nesse caso, será exigido o:

  • a)
    Projeto Único de Licenciamento Agrário;
  • b)
    Relatório Ambiental Simplificado;
  • c)
    Projeto de Instalação e Operação Agroindustrial;
  • d)
    Relatório de Viabilidade Ambiental;
  • e)
    Relatório de Impacto de Reforma Agrária.

53185 FGV (2017) - MPE-BA - Analista Técnico - Engenheiro Sanitarista / Engenharia Sanitária

Em uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), o nível de tratamento primário inclui unidades de:

  • a)
    carvão ativado, misturadores e redes;
  • b)
    tratamento biológico, decantadores secundários e membranas;
  • c)
    grade primária, caixas de areia e pré-filtro;
  • d)
    decantadores primários, digestores e secagem do lodo;
  • e)
    troca iônica, precipitação química e flotação.

53218 FGV (2017) - MPE-BA - Analista Técnico - Engenheiro Sanitarista / Legislação Estadual

O licenciamento ambiental é um procedimento administrativo que licencia uma atividade utilizadora de recursos naturais, efetiva ou potencialmente perigosa ao meio ambiente. Nesse tema, observem-se os seguintes institutos:

I. Instrumento associado ao licenciamento ambiental que possibilita diagnosticar, avaliar e prognosticar as consequências ambientais relacionadas a planos, programas e projetos, bem como à localização, instalação, construção, operação, ampliação, alteração, interrupção ou encerramento de atividade ou empreendimento.

II. Licença concedida para a implantação do empreendimento ou atividade, de acordo com as especificações constantes dos planos, programas e projetos aprovados, incluindo as medidas de controle ambiental e demais condicionamentos.

Os institutos acima citados, de acordo com a Lei Estadual nº 10.431/2006, são conhecidos, respectivamente, como:

  • a)
    Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e Licença de Operação (LO);
  • b)
    Avaliação de Impacto Ambiental (AIA) e Licença de Instalação (LI);
  • c)
    Relatório de Impacto sobre o Meio Ambiente (RIMA) e Licença Prévia (LP);
  • d)
    Plano de Manejo Sustentável (PMS) e Licença Ambiental por Adesão e Compromisso (LAC);
  • e)
    Zoneamento Territorial Ambiental (ZTA) e Licença Unificada (LU).

53219 FGV (2017) - MPE-BA - Analista Técnico - Engenheiro Sanitarista / Engenharia Sanitária

No estudo para a captação, em fontes de água subterrânea, o rendimento específico é determinado pela razão entre:

  • a)
    o volume acumulado no solo e a distância entre captação e descarga;
  • b)
    o volume total de água existente no solo e o volume de água que ficará retido nas partículas do solo;
  • c)
    o volume de água que fluirá livremente do solo e o volume total de água existente no solo;
  • d)
    a distância entre captação e descarga e o volume de água que ficará retido nas partículas do solo;
  • e)
    a quantidade de água demandada para tratamento e uso e o volume total de água existente no solo.

53221 FGV (2017) - MPE-BA - Analista Técnico - Engenheiro Sanitarista / Engenharia Sanitária

No dimensionamento de aeradores dos tipos plano inclinado e de bandejas perfuradas sobrepostas, não havendo possibilidade de determinar as taxas de aplicação por meio de ensaios, eles podem ser projetados para volumes máximos de:

  • a)

    100 m3 de água por metro quadrado de área em projeção horizontal/dia;

  • b)

    500 m3 de água por metro quadrado de área em projeção horizontal/dia;

  • c)

    1000 m3 de água por metro quadrado de área em projeção horizontal/dia;

  • d)

    2000 m3 de água por metro quadrado de área em projeção horizontal/dia;

  • e)

    5000 m3 de água por metro quadrado de área em projeção horizontal/dia.

53222 FGV (2017) - MPE-BA - Analista Técnico - Engenheiro Sanitarista / Engenharia Sanitária

Ecossistemas são sistemas termodinâmicos abertos, fora do ponto de equilíbrio, que trocam continuamente energia e matéria com o ambiente externo para:

  • a)
    aumentar a entropia interna, à medida que aumenta a entropia externa;
  • b)
    diminuir a entropia interna, à medida que diminui a entropia externa;
  • c)
    diminuir a entropia interna, à medida que aumenta a entropia externa;
  • d)
    aumentar a entropia interna, à medida que diminui a entropia externa;
  • e)
    aumentar a entropia interna, até torná-la equivalente à entropia externa.

53230 FGV (2017) - MPE-BA - Analista Técnico - Engenheiro Sanitarista / Engenharia Sanitária

Algumas substâncias químicas, denominadas poluentes emergentes, permanecem na água, mesmo após a sua passagem por estações de tratamento tradicionais. Um dos grupos de poluentes emergentes, os interferentes endócrinos, pode apresentar efeitos adversos à saúde de organismos intactos, seus descendentes ou subpopulações.

Faz parte desse grupo a classe de compostos de:

  • a)
    resinas e reguladores lipídicos;
  • b)
    hormônios e esteroides;
  • c)
    fluidos e óleos hidráulicos;
  • d)
    resíduos de carvão e antissépticos;
  • e)
    corantes e lodo calcário.

53231 FGV (2017) - MPE-BA - Analista Técnico - Engenheiro Sanitarista / Engenharia Sanitária

A autoclavagem consiste em um dos tratamentos utilizados em resíduos de serviços de saúde e resulta na esterilização do material, através da:

  • a)
    queima, na qual os materiais à base de carbono são decompostos;
  • b)
    decomposição em combustíveis gasosos ou líquidos e carvão;
  • c)
    trituração, umedecimento com vapor a 150°C e radiação de micro-ondas;
  • d)
    trituração seguida pela exposição a um campo elétrico de alta potência;
  • e)
    exposição à temperatura alta e ao vapor d’água sob pressão.

57829 FGV (2017) - MPE-BA - Analista Técnico - Engenheiro Sanitarista / Engenharia Sanitária

No estudo de um manancial de águas naturais superficiais, provenientes de bacias não protegidas, para o seu uso no abastecimento público, foram encontrados os seguintes valores: DBO 5 dias (mg/L): média na faixa de 2,5 a 4,0 e máxima, em qualquer amostra, na faixa de 4,0 a 6,0. Coliformes (NMP/100 mL): média mensal em qualquer mês na faixa de 5.000 a 20.000.

Segundo a Norma NBR 12.216, a instalação de uma Estação de Tratamento de Água para esse manancial deve prever como tratamento mínimo necessário, o Tipo:

  • a)
    A - com a desinfecção e correção do pH;
  • b)
    B - com a desinfecção e correção do pH e a decantação simples;
  • c)
    C - coagulação, seguida ou não de decantação, filtração em filtros rápidos, desinfecção e correção do pH;
  • d)
    D - tratamento mínimo do tipo C e tratamento complementar com aeração;
  • e)
    E - tratamento mínimo do tipo D e tratamento complementar para águas de turbidez natural, referidas aos Padrões de Platina.

57833 FGV (2017) - MPE-BA - Analista Técnico - Engenheiro Sanitarista / Engenharia Sanitária

Os recifes de corais, como os que ocorrem no litoral do nordeste brasileiro, são estruturas constituídas por organismos denominados celenterados, portadores de esqueleto calcário, que apresentam no interior do tecido algas microscópicas. Essas algas estabelecem uma relação de simbiose, na qual fornecem alimento – através do processo de fotossíntese – e, em troca, recebem proteção e nutrientes. A associação entre esses organismos permite um mecanismo mais eficiente de ciclagem de nutrientes, uma alta taxa de produtividade e uma grande diversidade de espécies para aquele ecossistema.

Para a Ecologia, essa descrição exemplifica bem o princípio:

  • a)
    da lei do mínimo;
  • b)
    dos componentes reduzíveis;
  • c)
    da amplificação ecológica;
  • d)
    das propriedades emergentes;
  • e)
    dos fatores limitantes.