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73022 FGV (2016) - SME - SP - Professor - História / Pedagogia

Observe a imagem a seguir.



A imagem apresenta uma cena comum em nossas escolas: os

estudantes procurando suas notas em murais ou quadros de

avisos. Esta questão é problematizada no documento

“Indagações sobre o currículo: Currículo e Avaliação", escrito por

Fernandes e Freitas para o MEC.

De acordo com as reflexões apresentadas pelos autores, assinale

V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa.

( ) Essa prática, comum em nossas escolas, mostra alunos

procurando suas notas em um quadro de aviso, quase

sempre, os resultados de final de ano que irão informá-los

sobre sua situação escolar.

( ) Essa prática de afixar classificações nos murais, por meio das

notas e médias, está relacionada à exposição do estudante

em seu ambiente social.

( ) Essa prática pode trazer consequências emocionais para os

alunos, porque o estudante pode ter sua autoestima

valorizada, caso tenha sido aprovado, como pode fazer com

que o estudante sinta-se desprestigiado.

As afirmativas são, respectivamente,

  • a)
    V, V e F.
  • b)
    V, V e V.
  • c)
    F, V e V.
  • d)
    V, F e F.
  • e)
    V, F e V

73023 FGV (2016) - SME - SP - Professor - História / Pedagogia

Observe a imagem a seguir:.



A Constituição Federal de 1988 define princípios sob os quais o

ensino será ministrado.

A imagem acima é bem representativa do seguinte princípio:

  • a)
    Igualdade de condições para o acesso e permanência na escola.
  • b)
    Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber.
  • c)
    Pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas.
  • d)
    Coexistência de instituições públicas e privadas de ensino.
  • e)
    Gratuidade do ensino público em estabelecimentos oficiais.

73024 FGV (2016) - SME - SP - Professor - História / História



O tráfico de escravos, na Época Moderna, envolvia a sociedade

colonial da América Portuguesa e as sociedades africanas.

Com base no mapa, a respeito do tráfico de escravos, assinale a

afirmativa correta.

  • a)
    A história do tráfico negreiro ocorria em uma área econômica formada por Brasil e África, ativa do século XVI até a efetiva extinção do tráfico negreiro em 1850.
  • b)
    São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco e Bahia mantinham ligação marítima direta com a África e produziam para exportação, além de manter contato com a região do Prata.
  • c)
    As etnias do grupo banto constituíam a maioria dos escravos do Trato da Alta Guiné, ao passo que, no Trato de Angola, predominavam os grupos iorubas, jejes e tapas.
  • d)
    A rota da Alta Guiné ligava o território da bacia do rio Senegal ao litoral das regiões Nordeste e Norte, e foi responsável pela maior parte dos africanos que entraram na América portuguesa.
  • e)
    Os grandes centros importadores de escravos foram Salvador e Rio de Janeiro, cujos traficantes utilizavam o fumo do Recôncavo e o ouro vermelho como moeda de troca no litoral africano.

73025 FGV (2016) - SME - SP - Professor - História / História

As opções a seguir caracterizam corretamente o processo de expansão e modernização da economia cafeeira, na segunda metade do século XIX, à exceção de uma. Assinale-a.

  • a)
    A Estrada União e Indústria foi a principal via de ligação entre as províncias do Rio de Janeiro e Minas Gerais, na segunda metade do século XIX, facilitando o transporte de produtos e passageiros, competindo com o sistema ferroviário.
  • b)
    A economia cafeeira ganhou impulso com a criação de um sistema ferroviário, na medida em que essa inovação contribuiu para aumentar a capacidade logística de transporte do café, reduzindo os custos finais de produção.
  • c)
    A produção de café do Vale do Paraíba fluminense usufruiu da construção da Estrada de Ferro D. Pedro II, que conectava a Corte a São Paulo e Minas Gerais, facilitando o escoamento do café produzido nessa região
  • d)
    A malha ferroviária em São Paulo combinou investimentos nacionais e estrangeiros, gerando uma rede de núcleos urbanos produtores e consumidores, que, por sua vez, contribuíram para diversificar a economia do Oeste Paulista.
  • e)
    O desenvolvimento da economia cafeeira no Oeste Paulista se beneficiou da ligação com o litoral pela estrada de ferro de Santos a Jundiaí, estimulando o porto de Santos como centro exportador

73026 FGV (2016) - SME - SP - Professor - História / História



A charge mostra o Presidente Getúlio Vargas em situações

distintas durante a década de 1930. A respeito das incertezas e

mudanças do quadro político dessa década, com base na charge,

analise as afirmativas a seguir.

I. O primeiro quadro (1931) faz referência à aproximação entre os

interesses centralizadores do Governo Provisório e o

tenentismo, como exemplificado pela nomeação de Juarez

Távora para o governo de São Paulo.

II. O segundo quadro (1935) faz referência aos dois polos

opostos que dinamizavam o quadro político depois de

promulgada a Constituição de 1934: a Aliança Nacional

Libertadora (ANL) e a Ação Integralista Brasileira (AIB).

III. O terceiro quadro (1937) faz referência ao fechamento do

Congresso, à criação do Estado Novo e à unificação dos

partidos políticos, sob a legenda da Ação Integralista

Brasileira (AIB).

Assinale:

  • a)
    se somente a afirmativa I estiver correta.
  • b)
    se somente a afirmativa II estiver correta.
  • c)
    se somente a afirmativa III estiver correta.
  • d)
    se somente as afirmativas I e II estiverem corretas.
  • e)
    se todas as afirmativas estiverem corretas.

73027 FGV (2016) - SME - SP - Professor - História / História

“As licenciaturas curtas vêm acentuar, ou mesmo institucionalizar, a desvalorização e a consequente proletarização do profissional da educação. Isso acelera a crescente perda de autonomia do professor diante do processo de ensino e aprendizagem, na medida em que sua preparação para o exercício das atividades docentes é mínima ou quase nenhuma.

(...) Assim, as licenciaturas curtas cumprem o papel de legitimar o controle técnico e as novas relações de dominação no interior da escola.”

FONSECA, 1993, apud SILVA, M. e FONSECA, S. G. Ensinar História no século XXI: em busca do tempo entendido. Campinas: Papirus, 2007, p. 30

Ao historicizar a formação dos professores de História no Brasil, os autores se referem à instituição da licenciatura curta em estudos sociais, durante o período autoritário (1964-1985), como um exemplo de

  • a)
    profissionalização do ensino, reconhecendo a necessidade de criar historiadores para comunicar história em diversos âmbitos profissionais.
  • b)
    padronização do trabalho docente, com base na formação inicial e continuada, capaz de tornar mais homogêneo o ensino em todas as regiões do país.
  • c)
    massificação do ensino, voltado para um público com mínima ou quase nenhuma preparação, com base em um currículo generalista.
  • d)
    universitarização da formação docente, que iguala os professores aos profissionais liberais, e elimina a distinção entre professores especialistas e polivalentes.
  • e)
    racionalização do trabalho, que separa a concepção da execução no processo de produção, desvinculando o ensino da pesquisa.

73028 FGV (2016) - SME - SP - Professor - História / História

“O Egito já não são apenas os faraós, mas também as muitas e muitas aldeias, não há apenas continuidade, mas mudança, mostra-se que ali conviviam povos e culturas variadas: egípcios, núbios, hícsos, hebreus, gregos, romanos. A Mesopotâmia já não é apenas o mundo dos déspotas precursores de Saddam Hussein, mas um local onde a variedade cultural produziu uma infinidade de reflexões, muitas delas profundamente enraizadas em nossa própria cultura. Os hebreus já não são apenas precursores do cristianismo, mas fazem parte de nossa própria maneira de conceber o mundo. A Antiguidade tampouco inicia-se com a escrita, mas, cada vez mais, busca-se mostrar como o homem possui uma História Antiga multimilenar, anterior à escrita em milhares de anos.”

FUNARI, Pedro Paulo “A renovação da História Antiga” in KARNAL, Leandro (Org.) História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas. Contexto, 2015, p. 97) Nesse trecho, o autor se refere à renovação da História Antiga nos livros didáticos brasileiros ocorrida nas últimas três décadas. A respeito das inovações interpretativas que permitiram sua renovação, analise as afirmativas a seguir.

I. A revisão da concepção oitocentista da dualidade entre Oriente e Ocidente desconstruiu a visão eurocêntrica da História Antiga, até então considerada a etapa fundadora da História Universal.

II. A incorporação de novos temas, como, por exemplo, o das relações de gênero, ressignificou o estudo da História Antiga em função da relação entre o mundo contemporâneo em que vivemos e a experiência social da Antiguidade.

III. A crítica à hegemonia dos documentos escritos e a incorporação da cultura material, pelo estudo de edifícios, estátuas, cerâmica e pinturas, possibilitaram o fortalecimento de uma história política da Antiguidade. Assinale:

  • a)
    se somente a afirmativa I estiver correta.
  • b)
    se somente a afirmativa II estiver correta.
  • c)
    se somente a afirmativa III estiver correta.
  • d)
    se somente as afirmativas I e II estiverem corretas.
  • e)
    se todas as afirmativas estiverem corretas

73029 FGV (2016) - SME - SP - Professor - História / História

“Defendo vigorosamente a opinião de que aquilo que os historiadores investigam é real. O ponto do qual os historiadores devem partir, por mais longe dele que possam chegar, é a distinção fundamental, para eles, absolutamente central, entre fato comprovável e ficção, entre declarações históricas baseadas em evidências sujeitas a evidenciação e aquelas que não o são. Nas últimas décadas, tornou-se moda (...) negar que a realidade objetiva seja acessível, uma vez que o que chamamos de 'fatos' apenas existem como uma função de conceitos e problemas prévios formulados em termos dos mesmos.”

HOBSBAWM, Eric. Sobre história. São Paulo: Companhia da Letras, 1998 Nesse trecho, o autor

  • a)
    alega que a realidade objetiva não é acessível, pois o passado não existe materialmente.
  • b)
    afirma que o passado é uma construção mental operada pelo investigador com base em algumas evidências.
  • c)
    defende que a qualidade da operação histórica depende de como os fatos são agrupados, verificados e interpretados.
  • d)
    sustenta que dizer a verdade na história é narrar as diferentes visões sobre o processo histórico.
  • e)
    critica que seja possível apontar qualquer tipo de tendência para a história com base no estudo do passado.

81505 FGV (2016) - SME - SP - Professor - História / Pedagogia

Analise as frases a seguir



As frases acima são exemplos de discursos

  • a)
    ideológicos veiculados em nossa sociedade que merecem ser reforçados na escola.
  • b)
    ideológicos veiculados em nossa sociedade que merecem uma reação crítica.
  • c)
    neutros veiculados em nossa sociedade que merecem ser reforçados na escola.
  • d)
    neutros veiculados em nossa sociedade que merecem uma reação crítica.
  • e)
    ideológicos veiculados que em nada se relacionam com a prática docente.

81506 FGV (2016) - SME - SP - Professor - História / Pedagogia

O documento “Programa Mais Educação: São Paulo" defende a

qualidade social do ensino, destacando a importância da

Equidade.

Este princípio pode ser representado pela ilustração a seguir.





Assinale a opção que apresenta a orientação adequada para a

garantia deste princípio nas unidades escolares, de acordo com o

documento citado.

  • a)
    É importante garantir o acesso de todos à escolarização; mas a permanência e a qualidade da aprendizagem depende somente do aluno.
  • b)
    A escola pública seleciona seus alunos mediante critérios de adequação à sua realidade.
  • c)
    Todos devem ter acesso à escola pública, porém nela permanecem aqueles que conseguem prosseguir nos estudos.
  • d)
    A educação pública garante direitos para todos, mas, prioritariamente, para aqueles que mais precisam.
  • e)
    Todos devem ter acesso à escola pública e todos iniciam seu processo de escolarização com a mesma “bagagem”.