59 resultados encontrados para . (0.006 segundos)

112657 FGV (2015) - TJ-RO - Analista Judiciário - Oficial de Justiça / Português

Mostrar/Esconder texto associado

“... ele e seus amigos tinham muito a compartilhar: suas fotos, o que estudavam, de que gostavam, entre tantas outras coisas que os amigos curtem”.

Da forma como está redigido, a expressão “de que gostavam” se refere a(ao):

  • a)
    tudo o que antes foi referido;
  • b)
    ato de estudar;
  • c)
    todas as coisas que apreciavam;
  • d)
    fotos aludidas anteriormente;
  • e)
    lazer da época estudantil.

112658 FGV (2015) - TJ-RO - Analista Judiciário - Oficial de Justiça / Português

Mostrar/Esconder texto associado

“... a primeira versão do que se tornaria essa famosa rede social”. A forma verbal “tornaria” foi empregada com o seguinte valor:

  • a)
    marcar um fato futuro, mas próximo;
  • b)
    transportarmo-nos a uma época passada e descrevermos o que seria ação futura;
  • c)
    designar fatos passados concebidos como contínuos ou permanentes;
  • d)
    indicar ações posteriores à época em que se fala;
  • e)
    exprimir a incerteza sobre fatos passados.

112659 FGV (2015) - TJ-RO - Analista Judiciário - Oficial de Justiça / Português

Mostrar/Esconder texto associado

A frase abaixo que apresenta uma relação de sentido com o termo “tecnopolo”:

  • a)
    A revolução tecnocientífica que marcou o século XX, em especial a segunda metade, trouxe consequências também na organização espacial das cidades.
  • b)
    A concentração da produção bélica em locais afastados obedeceria a preocupações com a segurança.
  • c)
    Nas últimas décadas tem ocorrido um fenômeno importante: algumas universidades investiram tempo e dinheiro no aprimoramento técnico de seus alunos.
  • d)
    A pesquisa e os institutos de tecnologia passaram a ser centros de interesse para a dinâmica capitalista em busca de produção mais barata.
  • e)
    Algumas novas cidades se desenvolvem com base numa solidariedade social até então desconhecida.

112660 FGV (2015) - TJ-RO - Analista Judiciário - Oficial de Justiça / Direito Constitucional

Ednaldo, após anos de estudo, logrou ser aprovado em concurso público para Oficial de Justiça. Nesse período, realizou profundas reflexões a respeito da garantia da inviolabilidade do domicílio, adquirindo, com isso, o conhecimento necessário ao exercício da função. A respeito dessa garantia, é correto afirmar que:

  • a)
    não impede o ingresso no domicílio alheio, mesmo no período noturno, no caso de flagrante de crime;
  • b)
    não alcança os escritórios, quer de empresas, quer de profissionais liberais;
  • c)
    não impede o cumprimento de uma ordem judicial, que pode ser cumprida a qualquer momento;
  • d)
    somente permite o ingresso no domicílio com o consentimento do morador;
  • e)
    somente pode ser afastada com a expedição, pela autoridade judicial, de mandado de busca e apreensão.

112661 FGV (2015) - TJ-RO - Analista Judiciário - Oficial de Justiça / Direito Administrativo

A Lei nº 8.666/93 estabelece que a licitação destina-se a garantir a observância do princípio constitucional da isonomia, a seleção da proposta mais vantajosa para a administração e a promoção do desenvolvimento nacional sustentável e será processada e julgada em estrita conformidade com alguns princípios específicos. Dentre tais princípios, aquele que informa ser o edital ou a carta convite a lei interna da licitação que deve ser respeitada pelo poder público e pelos licitantes, sob pena de invalidade do certame, é o princípio da:

  • a)
    competitividade;
  • b)
    impessoalidade;
  • c)
    autotutela;
  • d)
    vinculação ao instrumento convocatório;
  • e)
    supremacia do interesse público.

112662 FGV (2015) - TJ-RO - Analista Judiciário - Oficial de Justiça / Direito Civil

Maria ajuíza ação de responsabilidade civil em face da Transportadora Rodoviária Gira Mundo, alegando, em resumo, que caminhava pelo acostamento da Rodovia Porto VelhoVilhena e, pensando estar sendo perseguida por um desconhecido, correu para a pista de rolamento, onde transitam os veículos, quando foi colhida pelo motorista do caminhão de propriedade da Ré. Afirma que o acidente ocorreu porque trafegava o veículo em velocidade muito superior à permitida naquele local e, por isso, não conseguiu nem desviar e nem frear a tempo de impedir a colisão. Defende-se a empresa apresentando laudo pericial do local, feito por perito oficial, apontando que o caminhão trafegava a 80 km por hora no momento do acidente, portanto, dentro do limite de velocidade permitido, descartando qualquer responsabilidade do motorista na produção do evento. Em réplica, insiste a Autora na condenação, alegando que é desnecessária a prova da culpa do motorista. Considerando os dados fornecidos pelo problema, o pedido será julgado:

  • a)
    procedente, pois cuida-se de responsabilidade objetiva, que não permite em nenhuma hipótese o afastamento do dever de indenizar, se comprovada a ocorrência do evento danoso;
  • b)
    improcedente, pois não se admite a condenação na obrigação de reparar o dano se não se prova a culpa do agente causador, pois a hipótese é de responsabilidade objetiva integral;
  • c)
    improcedente, ante a ausência de nexo causal entre a conduta do motorista do caminhão e o prejuízo sofrido pela vítima;
  • d)
    procedente, porque a hipótese é de responsabilidade subjetiva e restou provada a culpa do condutor do caminhão;
  • e)
    improcedente, porque mesmo na hipótese de responsabilidade objetiva é indispensável a comprovação da imprudência, negligência ou imperícia daquele que causou o dano.

112663 FGV (2015) - TJ-RO - Analista Judiciário - Oficial de Justiça / Direito Processual Civil

Menor, relativamente incapaz, assistido pelos pais, ajuizou ação de cobrança de obrigação contratual em face do devedor. No curso da relação processual, deu-se o falecimento do demandante. O fenômeno pelo qual os seus herdeiros passarão a integrar o polo ativo da lide é conhecido como:

  • a)
    representação processual;
  • b)
    substituição processual;
  • c)
    litisconsórcio superveniente;
  • d)
    sucessão processual;
  • e)
    legitimação extraordinária.

112664 FGV (2015) - TJ-RO - Analista Judiciário - Oficial de Justiça / Direito Processual Civil

Um Oficial de Justiça, no cumprimento de mandado de citação, suspeita que o réu está se ocultando, a fim de evitar a realização do referido ato processual. Desse modo, o Oficial de Justiça intima a esposa do citando, informando que retornará no dia seguinte para realizar a citação do réu, designando um horário certo para que esse possa então ser encontrado. No dia seguinte, o réu, que se encontrava no local, foi regularmente citado na hora designada. Todavia, transcorreu o prazo para defesa e o demandado não compareceu aos autos para defender seus interesses.

Nesse sentido, deverá o juiz:

  • a)
    decretar a revelia do réu e nomear um curador especial para defesa por negação geral;
  • b)
    decretar a revelia do réu e prosseguir com o feito, sem nomeação de curador especial;
  • c)
    resolver o mérito, em favor da parte autora, uma vez que o réu é revel, o que deve levar ao acolhimento do pedido;
  • d)
    extinguir o feito, sem resolução do mérito, diante da ilegitimidade passiva ad causam;
  • e)
    determinar a citação por edital do réu, uma vez que não foi possível a sua citação pessoal.

112665 FGV (2015) - TJ-RO - Analista Judiciário - Oficial de Justiça / Direito Penal

Gustavo, funcionário público que atua junto à Secretaria de Finanças de determinado Município, quando estava em seu trabalho, recebe uma ligação de sua esposa dizendo que o filho do casal acabara de nascer. Eufórico, deixa a repartição pública e esquece o cofre com dinheiro público aberto. Breno, também funcionário público daquela repartição, valendo-se do esquecimento de Gustavo, pratica um crime de peculato.

Considerando a situação narrada, é correto afirmar que Gustavo:

  • a)
    responderá pelo crime de peculato culposo, sendo que a reparação do dano antes da sentença irrecorrível gera extinção da punibilidade;
  • b)
    não poderá ser responsabilizado por sua conduta, pois o Código Penal não prevê a figura do peculato culposo;
  • c)
    responderá pelo crime de peculato culposo, sendo que a reparação do dano, desde que anterior ao oferecimento da denúncia, gerará a extinção da punibilidade;
  • d)
    responderá pelo crime de peculato-furto em concurso de agentes com Breno;
  • e)
    responderá por peculato culposo, sendo que a reparação do dano, desde que anterior ao recebimento da denúncia, gerará extinção da punibilidade.

112666 FGV (2015) - TJ-RO - Analista Judiciário - Oficial de Justiça / Direito Processual Penal

No dia 30 de março de 2014, Marta foi vítima de um crime de homicídio, razão pela qual foi instaurado inquérito policial para identificação do autor do delito. Após diversas diligências, não foi possível identificar a autoria, razão pela qual foi realizado o arquivamento do procedimento, pela falta de justa causa, de acordo com as exigências legais. Ocorre que, em abril de 2015, a filha de Marta localizou o aparelho celular de Marta e descobriu que seu irmão, Lúcio, havia enviado uma mensagem de texto para sua mãe, no dia 29 de março de 2014, afirmando para a vítima “se você não me emprestar dinheiro novamente, arcará com as consequências”. Diante disso, a filha de Marta apresentou o celular de sua mãe para a autoridade policial. Considerando a situação narrada, é correto afirmar que o arquivamento do inquérito policial:

  • a)
    fez coisa julgada material, de modo que não mais é possível seu desarquivamento;
  • b)
    não fez coisa julgada, mas não é possível o desarquivamento porque a mensagem de texto não pode ser considerada prova nova, já que existia antes mesmo da instauração do inquérito policial;
  • c)
    foi realizado diretamente pela autoridade policial, de modo que não faz coisa julgada material;
  • d)
    não fez coisa julgada material, podendo o inquérito ser desarquivado, tendo em vista que a mensagem de texto pode ser considerada prova nova;
  • e)
    não fez coisa julgada material, mas não mais caberá desarquivamento, pois passados mais de 06 meses desde a decisão.