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206198 CESGRANRIO (2013) - IBGE - Tecnologista - Edição de Vídeo / Áudio e Vídeo

O editor de vídeo solicita uma arte videográfica de uma tarja com nuances de transparência e de cor para inserir o nome de entrevistados do programa. A ilha de edição é não linear e dispõe do software Final Cut 7

Para assegurar que as cores da arte se mantenham íntegras, independentemente do fundo sobre o qual a arte for inserida, obtendo o melhor resultado de acabamento, o arquivo de imagem digital deve

  • a)
    ser recortado através de lumakey.
  • b)
    ser recortado através de chromakey.
  • c)
    conter o canal alpha já premultiplicado (premultiplied alpha channel).
  • d)
    conter o canal alpha sem premultiplicação (straight alpha channel).
  • e)
    conter o canal alpha extraído e salvo como arquivo RGB sem alpha.

206244 CESGRANRIO (2013) - IBGE - Tecnologista - Edição de Vídeo / Áudio e Vídeo

Antes de se iniciar um trabalho de edição usando o Final

Cut Pro, é extremamente importante configurar e checar

os ajustes de preferência do programa para se certificar de

que os controles de captura, monitoramento e execução de

arquivos de áudio e vídeo estarão funcionando a contento.

Sendo assim, relacione os ajustes de preferência com as

suas respectivas funções.



  • a)
    I - Q ; II - P ; III - S
  • b)
    I - Q ; II - S ; III - P
  • c)
    I - R ; II - S ; III - Q
  • d)
    I - R ; II - S ; III - P
  • e)
    I - R ; II - P ; III - S

206245 CESGRANRIO (2013) - IBGE - Tecnologista - Edição de Vídeo / Áudio e Vídeo

São técnicas de edição não linear com as quais um editor de vídeos trabalha diariamente na criação de produtos audiovisuais:

  • a)
    Decupagem do material bruto, transições entre cortes e ajustes de som
  • b)
    Pós-produção de imagens e sons, definição de cortes e marcações de luz
  • c)
    Mixagem de som, marcações de luz e renderização de clipes
  • d)
    Marcações de luz, ajustes de cor, definição de enquadramentos e sons
  • e)
    Ajustes de som e cor, mixagem e renderização

206246 CESGRANRIO (2013) - IBGE - Tecnologista - Edição de Vídeo / Áudio e Vídeo

Para chegar ao vídeo finalizado, a edição não linear permite a manipulação de múltiplas opções de justaposição de sons e imagens até que se alcance a seleção, o ordenamento e a duração dos planos adequados para formar uma estrutura coerente no produto final.

Nesse tipo de edição, há convenções baseadas na percepção humana que geram diversos efeitos, como, por exemplo:

  • a)
    desorientação no espectador causada por tomadas rápidas em corte seco (jump-cuts), que não são adequadas quando o objetivo da edição é resumir um tópico.
  • b)
    manutenção da sensação de continuidade, quando há corte de uma tomada para outra dentro de uma mesma cena com variação perceptível do som ambiente.
  • c)
    sensação de continuidade, gerada por diálogo montado, alternando-se plano e contraplano, independentemente de os enquadramentos respeitarem ou não a regra dos 180 graus.
  • d)
    reação emocional no espectador, despertada por uma montagem sequencial, em que as tomadas não tenham relação de tempo, espaço e fluxo de narrativa lógica.
  • e)
    não interferência numa montagem em continuidade de elementos, como cenários, figurinos, maquiagem e luz.

206247 CESGRANRIO (2013) - IBGE - Tecnologista - Edição de Vídeo / Áudio e Vídeo

Pelo fato de as imagens de alta definição, quando digitalizadas, poderem requerer uma grande quantidade de espaço em disco para armazená-las, é recomendável que se utilizem técnicas de compressão dessas imagens.

A técnica de compressão é lossless quando, no processo de decodificação, os pixels da imagem final

  • a)
    são matematicamente opostos aos da imagem original.
  • b)
    se distanciam matematicamente dos valores RGB dos pixels da imagem original.
  • c)
    se aproximam matematicamente dos valores RGB dos pixels da imagem original.
  • d)
    têm matematicamente os mesmos valores RGB dos pixels da imagem original.
  • e)
    não têm matematicamente os mesmos valores RGB dos pixels da imagem original.

206248 CESGRANRIO (2013) - IBGE - Tecnologista - Edição de Vídeo / Áudio e Vídeo

O editor solicita ao Departamento de Arte um lettering com o título dos episódios de uma série de programas. A ideia é ter o texto delimitado por um outline, com imagens aleatórias do programa. No interior das letras serão outros takes aleatórios que, nesse caso, ficarão gradualmente transparentes de cima para baixo. Essas imagens deverão ser escolhidas pelo editor.

A partir dessas orientações, verifica-se que, para realizar a composição, o editor precisará que o departamento de arte forneça

  • a)
    o vídeo e a máscara do interior do texto e apenas a máscara do outline
  • b)
    o vídeo e a máscara do outline e apenas a máscara do interior do texto
  • c)
    os vídeos e as máscaras do outline e do interior do texto
  • d)
    apenas os vídeos do outline e do interior do texto
  • e)
    apenas as máscaras do outline e do interior do texto

224529 CESGRANRIO (2013) - IBGE - Tecnologista - Edição de Vídeo / Áudio e Vídeo

No After Effects, a aparência de um ícone de um quadro

chave (keyframe) depende do método de interpolação

definido para os intervalos entre os keyframes de dada

animação. É possível definir até dois métodos de interpolação

para cada keyframe.

Associe os ícones de keyframes com os métodos de interpolação

correspondentes, apresentados a seguir:



As associações corretas são:

  • a)
    I – Q , II – R , III – P , IV – T
  • b)
    I – Q , II – T , III – S , IV – P
  • c)
    I – R , II – Q , III – T , IV – P
  • d)
    I – R , II – Q , III – T , IV – S
  • e)
    I – S , II – R , III – P , IV – T

224530 CESGRANRIO (2013) - IBGE - Tecnologista - Edição de Vídeo / Áudio e Vídeo

A infografia em vídeo permite a visualização artística de dados e é vista como uma ferramenta poderosa para comunicar um fato, exibir estatísticas e, até mesmo, esclarecer assuntos abstratos. Por isso, a utilização do vídeo-infográfico como instrumento estratégico de comunicação visual na internet tem sido crescente.

Os vídeos-infográficos apresentam como característica(s):

  • a)
    possibilidade de o espectador seguir aleatoriamente uma narrativa ramificada e ritmada.
  • b)
    oferecimento de narrativas não lineares lógicas e recursos de interatividade.
  • c)
    apresentação ao espectador de uma narrativa única, com exploração de recursos gráficos e de animação.
  • d)
    apresentação de gráficos interativos e animação de dados numa narrativa não linear.
  • e)
    combinação de imagens e sons, facilitando o acesso à informação, e usabilidade.

224531 CESGRANRIO (2013) - IBGE - Tecnologista - Edição de Vídeo / Áudio e Vídeo

Segundo o renomado cineasta francês François Truffaut, a filmagem seria uma releitura do roteiro, e o processo de montagem, ou seja, a edição de imagens e sons, seria uma releitura da filmagem.

Sob essa ótica, na edição de vídeo, observa-se que a(o)

  • a)
    ordem dos diálogos e a cronologia das ações são seguidas pelo editor, tal como foram planejadas e filmadas.
  • b)
    ordem e a duração das imagens, ao serem alteradas, acarretarão mudanças também no significado atribuí- do à cena em questão.
  • c)
    processo de edição reproduz o que foi planejado no roteiro sem alterações.
  • d)
    processo de edição de imagem depende da sincronização e da mixagem de som para organizar as cenas de acordo com o que foi filmado.
  • e)
    significado original da cena não é alterado, mesmo que o editor realize mudanças na ordem e na duração dos planos.

224532 CESGRANRIO (2013) - IBGE - Tecnologista - Edição de Vídeo / Áudio e Vídeo

Um codec de video, utilizado para a compressão de um vídeo digital, reduzindo ao máximo o espaço para armazenamento da mídia, mas mantendo uma qualidade mínima em relação ao original, é o dispositivo indicado para solucionar determinado problema, que é a(o)

  • a)
    perda de informação decorrente da descompressão do vídeo original.
  • b)
    informação obtida após a descompressão ser diferente da original.
  • c)
    eliminação da perda de dados, mantendo o mesmo tamanho da mídia original.
  • d)
    facilidade de edição e o acesso randômico aos componentes do arquivo de vídeo.
  • e)
    tamanho da informação de vídeo, que é muito grande em relação ao que um computador é capaz de suportar.