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207304 CEPERJ (2013) - SEDUC-RJ - Professor - História / História

Os episódios de guerra entre árabes e israelenses têm sido constantes, desde a formação do Estado de Israel. Palestinos, israelenses e países árabes se digladiam em conflitos territoriais, ideológicos e religiosos. Em um desses episódios beligerantes, na tentativa de recuperarem territórios perdidos, em 1973, o Egito e a Síria invadem Israel. Embora tenha sofrido com mortes e perdas materiais, o Estado de Israel logra afastar os ataques, terminando por avançar em território egípcio até a entrada do Cairo. Isso resulta em um acordo provisório de paz, sob a supervisão das superpotências da época, e garante a saída das tropas israelenses. Esse texto refere-se ao seguinte conflito árabe-israelense:

  • a)
    Guerra do Suez.
  • b)
    Guerra da Independência ou “Catástrofe”.
  • c)
    Guerra do Yom Kippur.
  • d)
    Guerra dos Seis Dias.
  • e)
    Guerra do Líbano.

207307 CEPERJ (2013) - SEDUC-RJ - Professor - História / História

Os governantes latino-americanos Lázaro Cárdenas, no México, e Juan Perón, na Argentina, têm seus nomes normalmente associados a um fenômeno social e político típico da América Latina, relacionado com a conjuntura internacional derivada da crise do liberalismo e da queda da Bolsa de Nova Iorque, em 1929. Esse fenômeno é o:

  • a)
    Socialismo
  • b)
    Puritanismo
  • c)
    Imperialismo
  • d)
    Populismo
  • e)
    Fascismo

207329 CEPERJ (2013) - SEDUC-RJ - Professor - História / História

Segundo certa perspectiva historiográfica tradicional, o declínio de Roma deveu-se a um clima social de paz indolente, a uma divisão social interna entre ricos e pobres e a uma mentalidade comodista dos aristocratas ricos, que gozavam de pouco poder e autoridade frente ao Estado e que oscilavam entre posturas filosóficas de um materialismo vulgar ou buscavam salvação em religiões orientais. Este ponto de vista, se encontra na obra clássica sobre a história de Roma de autoria de:

  • a)
    Mikhail Rostovtzeff
  • b)
    Perry Anderson
  • c)
    Gustave Glotz
  • d)
    Tito Lívio
  • e)
    Pierre Grimal

212002 CEPERJ (2013) - SEDUC-RJ - Professor - História / História

Após a renúncia de Jânio, com a posse de João Goulart, em 7 de setembro de 1961, o passado varguista parece, de alguma forma, retornar. As rupturas com o projeto nacional-estatista, ligado a Vargas, efetuadas pelo modelo desenvolvimentista de JK, parecem voltar um pouco atrás no imaginário político de setores populares urbanos e rurais. O tema que revela privilegiadamente as mudanças de rumo trazidas pelo PTB para a agenda dos trabalhadores é conhecido pelo nome genérico de:

  • a)
    nova política econômica
  • b)
    cinquenta anos em cinco
  • c)
    a ditadura do proletariado
  • d)
    as reformas de base
  • e)
    nova república

224658 CEPERJ (2013) - SEDUC-RJ - Professor - História / História

“No século XIX, devido ao interesse das potências imperialistas europeias em se expandirem na direção da região por ele ocupada, um grande império, que já vinha em declínio desde o século XVII, finalmente entrou em sua crise definitiva.” O texto se refere ao seguinte império:

  • a)
    Persa
  • b)
    Otomano
  • c)
    Belga
  • d)
    Árabe
  • e)
    Austro-Germânico

225155 CEPERJ (2013) - SEDUC-RJ - Professor - História / História

Afirma-se que Marx, ao conceber o advento de uma revolução socialista que levasse os trabalhadores ao controle dos meios de produção, imaginava que a revolução ocorreria no lugar em que o capitalismo atingirá seu máximo de desenvolvimento e de contradi- ções, ou seja, na Inglaterra. O século XX foi marcado por inúmeras revoluções lideradas pelos trabalhadores ou seus representantes, mas elas acabaram ocorrendo em países mais atrasados, tendo em vista o nível de desenvolvimento interno do modelo capitalista. As sociedades industriais, conhecidas como “economias de mercado desenvolvidas”, foram praticamente imunes às revoluções socialistas, salvo quando a revolução lhes chegou como subproduto de uma derrota ou conquista militar. Tal fato é destacado por uma perspectiva teórica que se tornou famosa entre os meios marxistas pelo nome de:

  • a)
    teoria do elo mais fraco do capitalismo
  • b)
    teoria foquista
  • c)
    nova política econômica
  • d)
    teoria geral do campesinato revolucionário
  • e)
    materialismo vulgar

225199 CEPERJ (2013) - SEDUC-RJ - Professor - História / História

O Absolutismo tem origens remotas que remontam, pelo menos, à Idade Média. Mas, nos séculos XVI e XVII, multiplicaram-se os principais autores de doutrinas justificando o poder absoluto dos monarcas. Entre as justificativas filosóficas do Absolutismo, podemos destacar aquelas ligadas à obra conhecida como O Príncipe, de Maquiavel. A alternativa que expressa possíveis justificativas do poder absoluto dos reis presentes em O Príncipe é:

  • a)
    No texto de O Príncipe, Maquiavel expõe a doutrina da origem divina da autoridade do Rei, afirmando que o monarca tem o poder supremo sobre cidadãos e súditos, sem restrições determinadas pela lei.
  • b)
    Em O Príncipe, Maquiavel demonstra que não há poder público sem a vontade de Deus; todo governo, seja qual for sua origem, justo ou injusto, pacífico ou violento, é legítimo; todo depositário da autoridade, é sagrado; revoltar-se contra o governo, é sacrilégio.
  • c)
    Maquiavel afirma, em O Príncipe, que os homens viviam inicialmente em estado natural, obedecendo apenas a interesses individuais, sendo vítimas de danos e invasões de uns contra os outros. Assim, mediante a adoção de um contrato social, abriram mão de todos os direitos em favor da autoridade ilimitada de um soberano.
  • d)
    Em O Príncipe, Maquiavel expressava seu desprezo pelo conceito medieval de uma lei moral limitando a autoridade do governante e argumentava que a suprema obrigação do governante é manter o poder e a segurança do país que governa, adotando todos os meios que o capacitem a realizar essa obrigação.
  • e)
    O Príncipe é a obra na qual Maquiavel expressa o dever de todo soberano de combater o obscurantismo medieval representado pela Igreja; o rei absoluto deve enfrentar, com mão de ferro, o poder temporal do clero católico, assumindo o seu lugar no comando dos corpos e das almas dos homens.

225228 CEPERJ (2013) - SEDUC-RJ - Professor - História / História

Dentre outras modificações nas relações sociais de produção, recentemente, o fordismo passa a adquirir formas híbridas ou a ser trocado por processos mais flexibilizados de trabalho e produção, e surge um modelo mais atento às novas exigências do mercado que busca integrar inovação, competitividade e produtividade. Muitos historiadores e cientistas sociais afi rmam que, especialmente após os anos 80 do século passado, vivemos um novo ciclo de expansão do capitalismo e inauguramos um também novo processo civilizatório de alcance mundial. O nome genérico pelo qual conhecemos o fenômeno que, dentre outros, relaciona-se com a transformação histórica mencionada é:

  • a)
    Perestroika
  • b)
    Glasnos
  • c)
    Globalização
  • d)
    Antiglobalização
  • e)
    Imperialismo

263316 CEPERJ (2013) - SEDUC-RJ - Professor - História / História

Tratando do tema relativo às transformações sociais e econômicas ocorridas entre 1945 e 1990, o historiador Eric Hobsbawm (HOBSBAWM, Eric. A Era dos Extremos: o breve século XX 1914-1991. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.) destaca o que chama de “a morte do campesinato”, como uma das mudanças sociais mais expressivas do período. O fenômeno a que se refere Hobsbawm quando se utiliza da expressão “a morte do campesinato” é:

  • a)
    À perda do caráter revolucionário dos movimentos campesinos, que haviam sido os motores das revoluções socialistas nos países conhecidos como “o elo mais fraco do capitalismo”.
  • b)
    Ao surgimento do agronegócio que, ao mesmo tempo, aumenta a fixação do homem no campo e transforma os antigos campesinos em empresários rurais autônomos.
  • c)
    Às epidemias ocorridas no campo, que levaram tanto à morte de animais e plantas, quanto à eclosão de doenças endêmicas em seres humanos.
  • d)
    Ao uso indiscriminado de pesticidas que causaram e ainda causam vários tipos de doenças entre os homens do campo de todo o mundo.
  • e)
    À diminuição progressiva dos contingentes populacionais rurais e à signifi cativa concentração da população mundial nos centros urbanos e suas periferias.

263368 CEPERJ (2013) - SEDUC-RJ - Professor - História / História

Com relação aos efeitos de médio e longo prazo da chamada Crise do Petróleo, ocorrida a partir de 1973, podemos afirmar:

  • a)
    Afetaram somente os Estados Unidos, o Japão e a Europa, deixando de lado, quase sem efeito significativo algum, as economias periféricas e os países socialistas que, neste contexto favorável, aumentaram seu potencial exportador e tornaram se credores dos países capitalistas centrais, que, antes, eram países que emprestavam capital.
  • b)
    Embora as perdas fossem igualmente distribuídas em todo o mundo, os países europeus reagiram mais rapidamente que os Estados Unidos e o Japão, surgiu, daí, uma desigualdade entre europeus e norte-americanos, levando a uma aproximação entre os bancos japoneses e o mercado comum europeu.
  • c)
    Apesar do impacto imediato, Estados Unidos, Japão e Europa realizaram ajustes e diminuíram o choque, mas as economias periféricas sofreram efeitos de médio e longo prazo: queda das exportações; crescimento da dívida externa e maior taxação nas transações financeiras com os banqueiros internacionais.
  • d)
    A crise do petróleo foi extremamente benéfica para o Brasil e os demais países da América Latina, este, associados à OPEP, graças à intervenção Venezuelana, tiveram um aumento significativo nas exportações de sua produção primária e uma valorização de suas moedas, permitindo a diminuição da dívida externa.
  • e)
    Por causa da crise, os países capitalistas centrais aumentaram sua demanda de médio e longo prazo das commodities produzidas pelas economias periféricas e tiveram que baixar as taxas sobre as transações financeiras com os países ascendentes, isto significou uma janela de oportunidades para países como o Brasil.