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208519 CEPERJ (2013) - SEDUC-RJ - Professor - Geografia / Geografia

As massas de ar levam características de suas áreas de origem, influenciando no clima e no tempo dos lugares por onde passam.







Com relação à dinâmica das massas de ar no território brasileiro, o comentário correto é:

  • a)
    A massa E, por originar-se na área setentrional da América do Sul, ao chegar ao Brasil já perdeu boa parte de suas características, influenciando muito pouco no clima do país.
  • b)
    A massa B é uma massa continental e, por isso, possui pequena umidade, interferindo pouco nos índices pluviométricos e na umidade do ar da região Norte do país.
  • c)
    O encontro da massa D com a massa E ocasiona a formação de frentes frias, levando a ocorrências de chuvas denominadas chuvas frontais.
  • d)
    A massa D, por ser uma massa temperada, infl uencia decisivamente na redução das médias de temperatura no litoral do Sudeste brasileiro.
  • e)
    A massa C influencia diretamente no aumento da umidade da região Centro-Oeste do Brasil, graças ao fenômeno La Niña, que provoca sua expansão no interior do país.

208520 CEPERJ (2013) - SEDUC-RJ - Professor - Geografia / Geografia

Observe a figura abaixo:







Nos primeiros séculos após o descobrimento, a ocupação do território brasileiro esteve ligada quase exclusivamente a atividades econômicas primárias. Na figura acima, as áreas identificadas com os algarismos I e II, respectivamente, estão relacionadas às seguintes atividades:
  • a)
    cultivo do café e produção de açúcar.
  • b)
    pecuária e cultivo de algodão.
  • c)
    drogas do sertão e pecuária.
  • d)
    mineração e policultura de gêneros básicos.
  • e)
    exploração do pau-brasil e drogas do sertão.

208919 CEPERJ (2013) - SEDUC-RJ - Professor - Geografia / Geografia

As massas de ar levam características de suas áreas de origem,

influenciando no clima e no tempo dos lugares por onde passam.



Com relação à dinâmica das massas de ar no território brasileiro,

o comentário correto é:

  • a)
    A massa E, por originar–se na área setentrional da América do Sul, ao chegar ao Brasil já perdeu boa parte de suas características, influenciando muito pouco no clima do país.
  • b)
    A massa B é uma massa continental e, por isso, possui pequena umidade, interferindo pouco nos índices pluviométricos e na umidade do ar da região Norte do país.
  • c)
    O encontro da massa D com a massa E ocasiona a formação de frentes frias, levando a ocorrências de chuvas denominadas chuvas frontais.
  • d)
    A massa D, por ser uma massa temperada, influencia decisivamente na redução das médias de temperatura no litoral do Sudeste brasileiro.
  • e)
    A massa C influencia diretamente no aumento da umidade da região Centro–Oeste do Brasil, graças ao fenômeno La Niña, que provoca sua expansão no interior do país.

208920 CEPERJ (2013) - SEDUC-RJ - Professor - Geografia / Geografia

Observe a figura abaixo:



Nos primeiros séculos após o descobrimento, a ocupação do território

brasileiro esteve ligada quase exclusivamente a atividades econômicas

primárias. Na figura acima, as áreas identificadas com os algarismos

I e II, respectivamente, estão relacionadas às seguintes atividades:

  • a)
    cultivo do café e produção de açúcar.
  • b)
    pecuária e cultivo de algodão.
  • c)
    drogas do sertão e pecuária.
  • d)
    mineração e policultura de gêneros básicos.
  • e)
    exploração do pau–brasil e drogas do sertão.

212010 CEPERJ (2013) - SEDUC-RJ - Professor - Geografia / Geografia

O aquecimento do ar atmosférico, entre outros fatores, é feito por meio da refl exão dos raios solares pela superfície. A análise do albedo é importante para mensurar esse aquecimento, que varia de superfície para superfície. A relação correta entre albedo, absorção dos raios solares, aquecimento e irradiação solar é:

  • a)
    Quanto maior o albedo, maior a absorção dos raios solares, maior o aquecimento e, consequentemente, maior a irradiação de calor.
  • b)
    Quanto menor o albedo, menor a absorção dos raios solares, menor o aquecimento e, consequentemente, maior a irradiação de calor.
  • c)
    Quanto menor o albedo, menor a absorção dos raios solares, maior o aquecimento e, consequentemente, menor a irradiação de calor.
  • d)
    Quanto maior o albedo, menor a absorção dos raios solares, menor o aquecimento e, consequentemente, maior a irradiação de calor.
  • e)
    Quanto menor o albedo, maior a absorção dos raios solares, maior o aquecimento e, consequentemente, maior a irradiação de calor.

212033 CEPERJ (2013) - SEDUC-RJ - Professor - Geografia / Geografia

“A partir da década de 1970, a reorganização espacial tomou um novo impulso, com a emergência de um novo ciclo industrial, assentado em tecnologias de ponta e intensa automação. Os ramos industriais emergentes buscavam novas localizações, distantes das tradicionais fontes de matérias-primas, das grandes metrópoles e seus problemas, das organizações sindicais e suas reivindicações”.



(TERRA, L.; ARAÚJO, R. e GUIMARÃES, R.B. Geografi a – Conexões. Volume único. São Paulo: Moderna, 2013. P. 627.)

Considerando os Estados Unidos, essas transformações na organização espacial estão no contexto do seguinte fator:

  • a)
    crescimento territorial-urbano da megalópole Bos-Wash.
  • b)
    avanço da indústria de bens de produção nos Grandes Lagos
  • c)
    crise em que mergulhou Detroit e as “cidades do automóvel” vizinhas
  • d)
    desenvolvimento de complexos agroindustriais no “Deep South”
  • e)
    mudança do centro econômico da costa atlântica para a região dos Apalaches

217256 CEPERJ (2013) - SEDUC-RJ - Professor - Geografia / Geografia

Os cartógrafos sempre se deparam com um problema sem

solução quando buscam mapear o planeta Terra. Não importa

qual projeção será adotada, qualquer que seja a projeção ela vai

apresentar algum tipo de distorção, seja ela na área mapeada, na

forma do que é mapeado ou nas distâncias da superfície terrestre.

As figuras a seguir mostram as variadas projeções cartográficas.



A partir da análise das figuras e de suas características principais,

a relação correta entre a figura, o tipo de projeção e o cartógrafo

que a elaborou é:

  • a)
    Figura A – Conforme–Mercator/ Figura B – Equivalente – Peters/ Figura C – Afilática – Robinson/ Figura D – Equidistante –Postel
  • b)
    Figura A – Conforme–Robinson / Figura B – Equidistante –Postel Figura C – Afilática–Mercator/ Figura D – Equivalente – Peters
  • c)
    Figura A – Equivalente – Peters/ Figura B – Conforme–Mercator/ Figura C – Equidistante – Postel / Figura D – Afilática– Robinson
  • d)
    Figura A – Equidistante–Postel/ Figura B – Afilática–Peters/ Figura C – Conforme–Mercator / Figura D – Equivalente – Robinson
  • e)
    Figura A – Afi lática–Mercator/ Figura B – Equivalente – Robinson/ Figura C – Equidistante –Peters/ Figura D – Conforme – Postel

217257 CEPERJ (2013) - SEDUC-RJ - Professor - Geografia / Geografia

“O estado do Rio de Janeiro é oficialmente dividido em oito

regiões do governo, fixadas pelo governo estadual. Ainda que

não tenham uma forma de governo próprio, essas regiões são

importantes para o planejamento das ações governamentais, pois

agrupam municípios com algumas características físicas, sociais

e econômicas semelhantes."

(SANTANA, F.T.; DUARTE, R.G. Rio de Janeiro: Estado e Metrópole – Geografia.

Ensino médio. São Paulo: Editora do Brasil, 2009. p. 30)





A relação correta entre os algarismos do mapa, uma caraterística

física e uma econômica da região destacada está presente em:

  • a)
    III – Importantes complexos lagunares – Agropecuária pouco expressiva, sobretudo a leiteira.
  • b)
    VIII – Depressão natural onde corre o Rio Paraíba do Sul – Cinturão Verde da região metropolitana.
  • c)
    I – Extensas áreas de Mata Atlântica – Região dinamizada pelos royalties do petróleo.
  • d)
    II – Relevo de baixadas e planícies com maciços isolados – Concentra maior parte do PIB estadual.
  • e)
    V – Situada entre a Serra do Mar e da Mantiqueira – Pecuária bovina em moldes extensivos.

217258 CEPERJ (2013) - SEDUC-RJ - Professor - Geografia / Geografia

“Região concentrada é a área onde os acréscimos de ciência e tecnologia ao território se verificam de modo contínuo. Expressão mais intensa do meio técnico–científico–informacional, essa região tem como polo as metrópoles de São Paulo e do Rio de Janeiro. Nessa região, a modernização generalizada e a intensa circulação interna e com outras regiões e países correspondem a uma marcada divisão territorial do trabalho. Sede da agricultura mais moderna do Brasil e do mais expansivo desenvolvimento industrial e financeiro, essa área concentra, também, os níveis superiores dos sistemas de saúde, educação, lazer e serviços modernos, como a publicidade, cujas demandas são garantidas pelo consumo dessa grande concentração produtiva e populacional”.

(http://www.tecsi.fea.usp.br/eventos/Contecsi2004/BrasilEmFoco/port/consnac/ocupa/procurb/rconcen/index.htm (adaptado), acesso em 12/03/2013.)



O conceito de região concentrada, criado em 2001, já sofreu uma atualização, em função da dinâmica econômica e científicotecnológica. A região concentrada atualizada está representada na seguinte figura:

  • a)

  • b)

  • c)

  • d)

  • e)

217380 CEPERJ (2013) - SEDUC-RJ - Professor - Geografia / Geografia

Os cartógrafos sempre se deparam com um problema sem solução quando buscam mapear o planeta Terra. Não importa qual projeção será adotada, qualquer que seja a projeção ela vai apresentar algum tipo de distorção, seja ela na área mapeada, na forma do que é mapeado ou nas distâncias da superfície terrestre. As figuras a seguir mostram as variadas projeções cartográficas.







A partir da análise das figuras e de suas características principais, a relação correta entre a fi gura, o tipo de projeção e o cartógrafo que a elaborou é:

  • a)
    Figura A – Conforme–Mercator

    Figura B – Equivalente – Peters

    Figura C – Afi lática – Robinson

    Figura D – Equidistante –Postel
  • b)
    Figura A – Conforme–Robinson

    Figura B – Equidistante –Postel

    Figura C – Afi lática–Mercator

    Figura D – Equivalente – Peters
  • c)
    Figura A – Equivalente – Peters

    Figura B – Conforme–Mercator

    Figura C – Equidistante – Postel

    Figura D – Afilática– Robinson

  • d)
    Figura A – Equidistante–Postel

    Figura B – Afilática–Peters

    Figura C – Conforme–Mercator

    Figura D – Equivalente – Robinson
  • e)

    Figura A – Afilática–Mercator

    Figura B – Equivalente - Robinson

    Figura C – Equidistante –Peters 

    Figura D – Conforme – Postel