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207344 CEPERJ (2013) - SEDUC-RJ - Professor - Filosofia / Filosofia e Ética

Theodor Adorno esteve sempre atento, em seu pensamento, aos variados perigos que rondam o exercício da filosofia durante a época contemporânea, a partir do século XX. No fragmento “Dentro e fora”, de Minima moralia, ele destacou que a filosofia estava ameaçada no espaço acadêmico e no espaço extra-acadêmico, respectivamente, pelas pressões

  • a)
    da tautologia organizada e da tautologia desorganizada.
  • b)
    da economia estatal e da economia de mercado.
  • c)
    da economia de mercado e da tautologia organizada.
  • d)
    da tautologia organizada e da economia de mercado.
  • e)
    da tautologia desorganizada e da economia de mercado.

212009 CEPERJ (2013) - SEDUC-RJ - Professor - Filosofia / Filosofia e Ética

No capítulo IX de sua Poética, Aristóteles situa o discurso poético em relação ao discurso histórico, destacando especificidades de seu conteúdo e de seu valor. Para o filósofo grego, no capítulo em questão, a poesia é:

  • a)
    mais filosófica, porém menos séria do que a história, pois a poesia se refere principalmente ao particular, e a história, ao universal.
  • b)
    menos filosófica, porém mais séria do que a história, pois a poesia se refere principalmente ao universal, e a história, ao particular.
  • c)
    mais filosófica e mais séria do que a história, pois a poesia se refere principalmente ao universal, e a história, ao particular.
  • d)
    menos filosófica e menos séria do que a história, pois a poesia se refere principalmente ao particular, e a história, ao universal.
  • e)
    tão filosófica e tão séria quanto a história, pois ambas se referem principalmente ao universal.

225198 CEPERJ (2013) - SEDUC-RJ - Professor - Filosofia / Filosofia e Ética

O amor é tema do diálogo O banquete, de Platão. Nele, os convivas se divertem fazendo elogios a Eros, deus do amor. De acordo com o que nos é relatado nessa obra, Sócrates ouviu o discurso que pronuncia sobre Eros de:

  • a)
    um aprendiz, Fedro, mas Sócrates não lhe dá crédito.
  • b)
    um deus, o próprio Eros, que o transmitiu diretamente a Sócrates.
  • c)
    um homem, Agatão, como o próprio Sócrates dá inteiro crédito.
  • d)
    uma mulher, Diotima, como o próprio Sócrates dá inteiro crédito.
  • e)
    um rei tirano, Dionísio, mas Sócrates não lhe dá crédito

263308 CEPERJ (2013) - SEDUC-RJ - Professor - Filosofia / Filosofia e Ética

Filosofia é questão de ideias. Entretanto, para alguns filósofos, ela é também questão de estilo. Gilles Deleuze pensava assim, e por isso dizia que “os grandes filósofos são também grandes estilistas”, como fez na entrevista do livro Conversações, dedicada exclusivamente ao tema da filosofia. Nessa entrevista, o pensador francês define, ainda, que tal estilo em filosofia é:

  • a)
    a comunicação elegante.
  • b)
    a beleza da contemplação.
  • c)
    o processo da reflexão.
  • d)
    a quietude da linguagem.
  • e)
    o movimento do conceito.

263337 CEPERJ (2013) - SEDUC-RJ - Professor - Filosofia / Filosofia e Ética

Na “Terceira dissertação” de Genealogia da moral, Nietzsche discute a famosa definição que Kant oferece do belo, contrapondo a ela “uma outra, de um verdadeiro ‘espectador’ e artista”. Este escritor, a quem Nietzsche se refere e que, conforme o próprio filósofo alemão, chamou o belo de “uma promessa de felicidade”, é:

  • a)
    Flaubert.
  • b)
    Goethe.
  • c)
    Proust.
  • d)
    Balzac.
  • e)
    Stendhal.

263438 CEPERJ (2013) - SEDUC-RJ - Professor - Filosofia / Filosofia e Ética

Durante a filosofia escolástica, destaca-se o nome de Guilherme de Ockham, por conta de seu pensamento pautado por um princípio de economia. Segundo Etienne Gilson, em A filosofia na Idade Média, Ockham não se cansava de repetir que, se quisermos uma proposição que nos garanta, ao mesmo tempo, a sua verdade e a realidade que ela afirma, precisaremos de uma:

  • a)
    evidência imediata.
  • b)
    mediação especulativa.
  • c)
    criação artística.
  • d)
    fé inesgotável.
  • e)
    reflexão subjetiva.

263475 CEPERJ (2013) - SEDUC-RJ - Professor - Filosofia / Filosofia e Ética

Jean-Paul Sartre, em O ser e o nada, faz uma fenomenologia das dimensões temporais. Tendo em vista essa descrição fenomenológica sobre o passado e o presente, ele conclui que:

  • a)
    o passado é em-si e o presente é para-si.
  • b)
    o presente é em-si e o passado é para-si.
  • c)
    o passado e o presente são em-si.
  • d)
    o passado e o presente são para si.
  • e)
    nem o passado e nem o presente são em-si ou para-si.

263507 CEPERJ (2013) - SEDUC-RJ - Professor - Filosofia / Filosofia e Ética

Entre os primeiros pensadores da filosofia, foi recorrente a referência a elementos naturais como a água, o fogo, a terra e o ar para a explicação da realidade. Um desses casos é encontrado na seguinte sentença. “Este mundo, o mesmo de todos os (seres), nenhum deus, nenhum homem o fez, mas era, é e será um fogo sempre vivo, acendendo-se em medidas e apagando-se em medidas”. Essa frase, como consta no volume dedicado aos pré-socráticos da coleção Os pensadores, é atribuída a:

  • a)
    Tales de Mileto.
  • b)
    Heráclito de Éfeso.
  • c)
    Parmênides de Eleia.
  • d)
    Pitágoras de Samos.
  • e)
    Demócrito de Abdera.

274230 CEPERJ (2013) - SEDUC-RJ - Professor - Filosofia / Filosofia e Ética

Durante a filosofia medieval, uma das mais constantes discussões foi aquela sobre a relação entre fé e razão, já que, em princípio, cada uma delas parecia uma via distinta para se alcançar Deus ou a verdade. O pensamento religioso, nesse momento da história, refletiu sobre a sua interação com o entendimento argumentativo da filosofia. Conforme observa Danilo Marcondes na sua Iniciação à história da filosofia, Santo Agostinho adotou uma posição decisiva nesse contexto, postulando que, quanto aos ensinamentos religiosos, deve-se adotar o seguinte procedimento:

  • a)
    primeiro acreditar para depois compreender.
  • b)
    primeiro compreender para depois acreditar.
  • c)
    acreditar e compreender simultaneamente.
  • d)
    somente compreender, sem jamais acreditar.
  • e)
    somente acreditar, sem jamais compreender.

274231 CEPERJ (2013) - SEDUC-RJ - Professor - Filosofia / Filosofia e Ética

Durante o século XX, a filósofa Hannah Arendt afirmou que existe uma antiga resposta para a pergunta sobre o sentido da política tão simples e concludente, que poderia dispensar outras respostas por completo. De acordo com o que explana Hannah Arendt em O que é política?, esse sentido da política é:

  • a)
    o poder.
  • b)
    a administração.
  • c)
    a liberdade.
  • d)
    a igualdade.
  • e)
    o bem.