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214080 CEFET-AL (2013) - IF-AL - Professor - Filosofia / Filosofia e Ética

Considerando “toda prova de Filosofia é fácil” uma proposição verdadeira, é correto inferir que:

  • a)
    “alguma prova de Filosofia não é fácil” é uma proposição verdadeira ou falsa.
  • b)
    “alguma prova de Filosofia não é fácil” é uma proposição necessariamente verdadeira.
  • c)
    “alguma prova de Filosofia é fácil” é uma proposição verdadeira ou falsa.
  • d)
    “alguma prova de Filosofia é fácil” é uma proposição necessariamente verdadeira.
  • e)
    “nenhuma prova de Filosofia é fácil” é uma proposição necessariamente verdadeira.

214081 CEFET-AL (2013) - IF-AL - Professor - Filosofia / Filosofia e Ética

No início da História da Filosofia, o enfrentamento que ocorria era entre o conhecimento racional e o

conhecimento mítico, ou seja, enquanto o mundo era mergulhado em explicações míticas, a

preocupação dos primeiros filósofos era com as questões ligadas à natureza e seu surgimento, este

período é denominado de Cosmológico. Sobre os Filósofos deste período é correto afirmar:

I. Tales de Mileto foi o iniciador da filosofia da physis, ao afirmar, pela primeira vez, que existe um único

princípio originário, causa de todas as coisas que são.

II. A água de que Tales tratara em sua filosofia deve ser considerada de uma maneira totalizante, como aquela

physis liquida originária de que tudo se deriva e da qual a água que bebemos não é mais que uma de suas

múltiplas manifestações.

III. Anaximandro se aprofunda na problemática do princípio. Considera que o arkhe consiste na mudança ad

infinitum, quer dizer, em uma natureza (in)finita e (in)definida, da qual provêm absolutamente todas as coisas.

IV. O Uno dos pitagóricos não é par nem ímpar: é um “parímpar", posto que dele procedem todos os números,

tantos os pares quanto os ímpares. O parímpar, somado a um par, engendra um ímpar e, somado a um ímpar,

engendra a um par. Para os pitagóricos, os números pares eram retangulares, enquanto que os números

ímpares eram quadrados.

V. Para os pitagóricos, o número 10 foi considerado como o número perfeito e visualmente se simbolizava

mediante um triângulo equilátero, formado pelos quatro primeiros números e cujos lados consistiam no número

“4". Assim sendo a representação do 10 é igual a 1+2+3+4:

  • a)
    Somente II, IV e V são verdadeiras.
  • b)
    Somente I, IV e V são verdadeiras.
  • c)
    Somente I, II e III são verdadeiras.
  • d)
    Somente I, III e IV são verdadeiras.
  • e)
    Todas as alternativas são verdadeiras.

214083 CEFET-AL (2013) - IF-AL - Professor - Filosofia / Filosofia e Ética

“A postura dialética, ou do idealismo objetivo na terminologia de Dilthey, quer entender-se, em primeiro lugar, como uma radicalização do pensamento transcendental na medida em que defende uma recuperação da razão que não seja apenas razão subjetiva, mas também objetiva. (...) Aliás, acredita ser a única posição capaz de dar uma resposta a uma pergunta simples, mas fundamental, feita por qualquer um que reflete: como é possível que o pensamento apriórico, ou seja, o pensamento que opera sem relação ao mundo exterior possa captar a realidade.” O modelo ético do chamado Idealismo objetivo se apresenta como uma síntese entre o modelo ético realista e o modelo pragmático-transcendental. Exiba o que é falso dizer sobre este modelo ético ao qual pertence o filósofo Vittorio Hösle.

I.A tese fundamental do idealismo objetivo é que a razão não constitui uma esfera de ser ao lado de outras, mas é a essência de todas as coisas, enquanto fundamento último de todos os seres.

II. O Idealismo objetivo entende a razão como identidade da subjetividade e da objetividade e isto significa dizer que ela é não só o fundamento de todo ser, mas também de toda pretensão de validade, de todas as normas e de todos os valores, de tal modo que o normativo e o ideal transcendem todo o fático.

III. As ações éticas devem poder realizar-se na formalidade. Se os dois mundos são completamente disparatados, não há uma saída pensável. O ser fundamenta o dever-ser, e o dever-ser o ser, pois ambos, ser e dever-ser não são principiados de uma esfera ideal, normativa.

IV. Para Hegel, o Idealismo Objetivo considera a realidade imediata como o real e o verdadeiro e enquanto tal destrói propriamente a especificidade da atividade filosófica que consiste em perguntar pelo que em si e para si é o verdadeiro, reduzindo, assim, a filosofia a uma descrição de como o pensamento acolhe o dado. Elimina, assim, o horizonte específico da filosofia que é o horizonte da validade.

V. Para Hösle, só o idealismo é capaz de nos dar critérios materiais(não apenas formais ou procedurísticos, como, por exemplo, fornece a ética do discurso) para poder distinguir um consenso racional de um consenso irracional, pois aqui se pode pensar uma hierarquia de bens e valores, uma vez que bens e valores são portadores de racionalidade, de tal modo que a hierarquia de valores é a priori e, portanto, não depende de um consenso fático.

  • a)
    Apenas as alternativas I e II são falsas.
  • b)
    Apenas as alternativas III e IV são falsas.
  • c)
    Apenas as alternativas I e V são falsas.
  • d)
    Apenas as alternativas II e IV são falsas.
  • e)
    Todas as alternativas são falsas.

214086 CEFET-AL (2013) - IF-AL - Professor - Filosofia / Pedagogia

Considerando a Resolução n° 06/2012, que define as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional Técnica de Nível Médio, analise as seguintes afirmativas:

I. A Educação Profissional Técnica de Nível Médio é desenvolvida nas formas articulada e subsequente ao Ensino Médio, em que a primeira é integrada e a segunda concomitante a essa etapa da Educação Básica. II. A Educação Profissional Técnica de Nível Médio possibilita a avaliação, o reconhecimento e a certificação para prosseguimento ou conclusão de estudos.

III. A Educação Profissional Técnica de Nível Médio, no cumprimento dos objetivos da educação nacional, articula-se com o Ensino Médio e suas diferentes modalidades, incluindo a Educação do Campo, e com as dimensões do trabalho, da tecnologia, da ciência e da cultura.

IV. A oferta de curso de Educação Profissional Técnica de Nível Médio em instituições privadas, em quaisquer das formas, deve ser precedida da devida autorização pelo órgão competente do respectivo sistema de ensino. Para as instituições públicas não há necessidade dessa autorização, devido ao processo de autonomia na oferta de cursos das instituições públicas federais.

Assinale a alternativa com as afirmativas verdadeiras:

  • a)
    Apenas II e IV.
  • b)
    I, II, III e IV.
  • c)
    Apenas IV.
  • d)
    Apenas II.
  • e)
    Apenas I.

214087 CEFET-AL (2013) - IF-AL - Professor - Filosofia / Pedagogia

A avaliação, diferentemente da verificação, envolve um ato que ultrapassa a obtenção da configuração do objeto, exigindo decisão do que fazer ante ou com ele. A verificação é uma ação que “congela” o objeto; a avaliação, por sua vez, direciona o objeto numa trilha dinâmica de ação. “[...] no geral a escola brasileira opera com a verificação e não com a avaliação da aprendizagem”. (LIBÂNEO, 2011). São consideradas ações de uma prática avaliativa escolar:

  • a)
    Coletar, analisar e sintetizar, da forma mais objetiva possível, as manifestações das condutas – cognitivas, afetivas, psicomotoras – dos educandos, produzindo uma configuração do efetivamente aprendido.
  • b)
    Observar e quantificar a aprendizagem escolar, no que diz respeito ao conhecimento do educando.
  • c)
    Classificar os educandos ordenando suas aprendizagens.
  • d)
    Verificar e configurar os resultados parciais e finais da aprendizagem.
  • e)
    Medir, transformar em notas ou conceitos os conhecimentos dos educandos.

214103 CEFET-AL (2013) - IF-AL - Professor - Filosofia / Pedagogia

O processo de organização escolar, na gestão democrática participativa, dispõe de funções que são propriedades comuns ao sistema organizacional de uma instituição, a partir das quais se definem as ações e as operações necessárias ao seu funcionamento. Em relação às funções dos elementos da organização e gestão escolar, é correto afirmar que:

  • a)
    A função da organização é a comprovação do funcionamento da escola, tendo como base o processo avaliativo realizado pela gestão escolar.
  • b)
    A função do planejamento, para a gestão democrática participativa, é a explicitação de objetivos e antecipação de decisões para orientar a instituição, prevendo-se o que se deve fazer para atingi-los.
  • c)
    A função da avaliação desenvolve a operacionalização e racionalização dos recursos humanos, físicos, materiais, financeiros, criando e viabilizando as condições e modos para que o planejamento seja executado.
  • d)
    Por se tratar da gestão democrática participativa, as funções dos elementos da organização e gestão escolar não são definidos, pois o trabalho é coletivo, em que todos os sujeitos envolvidos desenvolvem as mesmas tarefas institucionais.
  • e)
    Todas as afirmativas são verdadeiras.

214104 CEFET-AL (2013) - IF-AL - Professor - Filosofia / Filosofia e Ética

Na sistematização do saber, depois das ciências teóricas, aparecem as ciências práticas, que fazem referência à conduta dos homens e ao fim a que se propõem alcançar, seja como indivíduo, seja como membros de uma sociedade política. O estudo da conduta ou da finalidade do homem como indivíduo é o espaço da ética, e o estudo da conduta e da finalidade do ser humano como parte de uma sociedade é o espaço da política. Aristóteles sistematizou ambos de um modo ímpar na história do pensamento humano. Identifique o que diz respeito ao pensar ético de Aristóteles nos itens abaixo.

I. Enquanto para Aristóteles a natureza da ética consiste na imitação do real segundo a dimensão do possível, sua finalidade consiste na purificação das paixões. Aristóteles afirma isto referindo-se explicitamente à moral, “que por meio da piedade e do terror acaba efetuando a purificação de tais paixões”.

II. Uma antiga fonte nos apresenta que “Aristóteles clamava repetidamente que os deuses hão concedido aos homens meios fáceis de vida, porém ocultou aos olhos humanos estes meios”. Precisamente, Aristóteles se propôs à tarefa de voltar a situar diante dos olhos humanos estes meios fáceis de vida, demonstrando que o homem sempre tem a sua disposição o que necessita para ser feliz, desde que saiba dar-se conta de quais são as exigências reais de sua natureza e da natureza dos deuses.

III. Todas as ações humanas tendem a fins, que constituem bens. O conjunto das ações humanas e o conjunto dos fins particulares aos que tendem estas se acham subordinados a um fim último, que é o bem supremo, que todos os homens coincidem chamar de felicidade.

IV. A ética, segundo Aristóteles, mostra como procede ao pensamento quando pensa, qual é a estrutura do raciocínio, quais são seus elementos, como e quando é possível elaborar demonstrações. A ética aristotélica quer, portanto, proporcionar os instrumentos necessários para enfrentar qualquer tipo de indagação. V. A ética é uma espécie de metodologia da persuasão, uma arte que analisa e define os procedimentos mediante os quais o homem busca convencer aos demais homens, estabelecendo quais são as estruturas fundamentais.

  • a)
    Somente II, III, IV e V são falsas.
  • b)
    Somente I, III e IV são falsas.
  • c)
    Somente I, II, IV e V são falsas.
  • d)
    Somente I, III e V são falsas.
  • e)
    Somente I, II, III e IV são falsas.

214105 CEFET-AL (2013) - IF-AL - Professor - Filosofia / Filosofia e Ética

Um modelo de proposta ética, estruturada de um modo mais claro no século passado, sobretudo com Jeremy Bentham e John Stuart Mill, é a chamada ética empirista/utilitarista. Aponte o que diz respeito à estrutura deste pensamento.

I. “Parte-se da ideia de que o ser humano é fundamentalmente um indivíduo portador de necessidades que precisam ser satisfeitas. Neste sentido, ele é um feixe de impulsos, interesses, necessidades, que pressionam na direção de uma satisfação, cuja realização é subjetivamente recebida como prazer e a não-realização como dor”.

II. “A experiência ética fundante é a convicção da humanidade de que a ação verdadeiramente reta é aquela onde se busca não só a felicidade do indivíduo, mas a de todos. A moral, então, é a arte de orientar as ações dos homens de tal modo que se possa conseguir a maior soma de felicidade”.

III. “A natureza colocou o gênero humano sob o domínio de dois senhores soberanos: a dor e o prazer.

Somente a eles compete apontar o que devemos fazer, bem como determinar o que na realidade faremos. Ao trono desses dois senhores está vinculada, por uma parte, a norma que distingue o que é reto do que é errado”. IV. “Afirmar-se-á que uma determinada ação está em conformidade com o princípio de utilidade, ou, para ser mais breve, à utilidade, quando a tendência que ela tem a aumentar a felicidade for maior do que qualquer tendência que tenha a diminui-la”.

V. “Uma ação moralmente correta seria aquela que cause o máximo de prazer, ao maior número de pessoas, pela maior intensidade e duração de tempo; ou que cause o mínimo de dor, ao menor número de pessoas, pela menor intensidade e duração de tempo”.

  • a)
    Somente I, II e V.
  • b)
    Todos os itens.
  • c)
    Somente I, III e IV.
  • d)
    Nenhum dos itens.
  • e)
    Somente I, II e III.

214106 CEFET-AL (2013) - IF-AL - Professor - Filosofia / Filosofia e Ética

Analise as proposições. I.Quando a proposição é universal e necessária (seja negativa ou afirmativa), ela declara um juízo apodítico. II.Eis o exemplo de um argumento por analogia na forma válida:

x é como y

y é A

x é A

III.Eis o exemplo de um argumento por analogia na forma inválida:

x é como y com respeito a (ser ou não ser) A

y é A

x é A

IV.Extensão é o conjunto de objetos designados por um termo ou categoria.

V.O silogismo dialético não comporta argumentações contrárias, pois A = A e não pode ser outra coisa.

  • a)
    Somente as alternativas III e IV são verdadeiras.
  • b)
    Somente as alternativas I, IV e V são verdadeiras.
  • c)
    Somente as alternativas I, II e III são verdadeiras.
  • d)
    Somente as alternativas I e IV são verdadeiras.
  • e)
    Somente as alternativas II, III e V são verdadeiras.

214107 CEFET-AL (2013) - IF-AL - Professor - Filosofia / Filosofia e Ética

No pensamento político de Thomas Hobbes e de Jean-Jacques Rousseau, a propriedade privada não é um direito natural, e sim um direito civil, pois assegura por meio das leis a posse e a legitima. Por sua vez, o filósofo inglês John Locke parte da definição do direito natural como direito à vida, à liberdade e aos bens necessários para a conservação de ambas. Analise as proposições abaixo.

I. Para Hobbes, o Leviatã ou o soberano pode ser um rei, um grupo de aristocratas ou uma assembleia democrática. Em verdade, o decisivo não é o número dos governantes nem a forma do regime político, mas a determinação de quem possui a soberania.

II. Para Rousseau, o regime que melhor realizaria as finalidades do contrato social é a democracia participativa ou direta. Ao contrário, para Hobbes, como a soberania pertence àquele a quem o direito natural foi transferido para que assegure paz e segurança, o regime político que lhe parece mais capaz de realizar essa finalidade é a monarquia.

III. A teoria liberal admite que os proprietários privados sejam capazes de estabelecer as regras e as normas da vida econômica ou do mercado e que o fazem agindo numa esfera que não é estatal, e sim social. Nesse sentido, o Estado não tem a função de arbitrar, por meio das leis e da força, os conflitos da sociedade civil.

IV. Existe, segundo Locke, uma lei de natureza que é a razão mesma na medida em que tem por objeto as relações entre os homens e prescreve a reciprocidade perfeita de tais relações. Esta lei de natureza vale para todos os homens enquanto homens (sejam ou não cidadãos).

V. O estado de natureza é, necessariamente, tanto para Hobbes como para Locke, um estado de guerra.

  • a)
    Todas as alternativas são verdadeiras.
  • b)
    Somente as alternativas I, II e V são verdadeiras.
  • c)
    Somente as alternativas I, II, III e V são verdadeiras.
  • d)
    Somente as alternativas I, II e IV são verdadeiras.
  • e)
    Somente as alternativas III, IV e V são verdadeiras.